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Salmos, SL, 122:6, Orem pela paz de Jerusalém! Que sejam prósperos aqueles que a amam.
Por Salmos, Antigo TestamentoI Reis, 1RS, 8:19, Todavia, não será você quem edificará esse templo; o seu filho, que descenderá de você, ele o edificará ao meu nome.`
Por I Reis, Antigo TestamentoEu acho que ainda sou um pouco egoísta. Eu estava ajudando vocês porque isso estava me ajudando.
Por A Pé Ele Não Vai LongeExiste uma diferença entre ser vítima e se fazer de vítima. Somos todos suscetíveis a nos tornar vítimas de alguma maneira. Todos sofremos algum tipo de aflição, desgraça ou abuso causado por pessoas ou circunstâncias sobre as quais não temos controle. Isso é ser vítima. É algo que vem de fora. Em contrapartida, o complexo de vítima vem de dentro. Ninguém pode fazer você se sentir inferior a não ser você mesmo. Nós nos tornamos vítimas não pelo que acontece conosco, mas quando escolhemos nos agarrar ao sofrimento.
Por Edith Eva EgerDeuteronômio, DT, 1:1, São estas as palavras que Moisés falou a todo o Israel, a leste do Jordão, no deserto, na Arabá, diante de Sufe, entre Parã, Tofel, Labã, Hazerote e Di-Zaabe.
Por Deuteronômio, Antigo TestamentoToda reforma interior e toda mudança para melhor dependem exclusivamente da aplicação do nosso próprio esforço.
Por Immanuel KantNunca se esqueça de quem você é, porque é certo que o mundo não se lembrará. Faça disso sua força. Assim, não poderá ser nunca a sua fraqueza. Arme-se com esta lembrança, e ela nunca poderá ser usada para magoá-lo.
Por George R. R. MartinSalmos, SL, 78:1, Meu povo, escute a minha lei; dê ouvidos às palavras da minha boca.
Por Salmos, Antigo TestamentoExistem momentos na vida de uma pessoa que mudam tudo. Agitam as coisas. Conduzem você em um sentido diferente e o empurram para outro curso, em direção a pessoas, lugares e coisas diferentes. Esses momentos não acontecem com frequência, mas quando acontecem, eles rasgam a própria estrutura do seu mundo.
Por Jo WatsonDatilografia Traço, sozinho, no meu cubículo de engenheiro, o plano, Formo o projeto, aqui isolado, Remoto até de quem eu sou. Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tic-tac estalado das máquinas de escrever. Que náusea da vida! Que abjeção esta regularidade! Que sono este ser assim! Outrora, quando fui outro, eram castelos e cavalarias (Ilustrações, talvez, de qualquer livro de infância), Outrora, quando fui verdadeiro ao meu sonho, Eram grandes passagens do Norte, explícitas de neve, Eram grandes palmares do sul, opulentos de verdes. Outrora... Ao lado, acompanhamento banalmente sinistro, O tic-tac estalado das máquinas de escrever. Temos todos duas vidas: A verdadeira, que é a que sonhamos na infância, E que continuamos sonhando, adultos, num substrato de névoa; A falsa, que é a que vivemos em convivência com outros, Que é a prática, a útil, Aquela em que acabam por nos meter num caixão. Na outra não há caixões, nem mortes. Há só ilustrações de infância: Grandes livros coloridos, para ver mas não ler; Grandes páginas de cores para recordar mais tarde. Na outra somos nós, Na outra não vivemos; Nesta morremos, que é o que viver quer dizer. Neste momento, pela náusea, vivo só na outra... Mas ao lado, acompanhamento banalmente sinístro, Se, desmeditando, escuto, Ergue a voz o tic-tac estalado das máquinas de escrever.
Por Álvaro de Campos