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Desculpe, você compreenderá que onde há amor, não há lugar para ressentimento. Ao se colocar na posição de quem erra, seja qual for o problema, você notará que a compaixão dissolve qualquer sombra de crítica. A existência humana é uma coleção de testes nos quais a Divina Sabedoria nos observa visando nossa habilidade para a Vida Superior. Quem hoje condena o próximo não sabe que talvez amanhã estará enfrentando os mesmos problemas daqueles companheiros que atualmente estão em dificuldade. Nos esquemas da Eterna Justiça, o perdão é a luz que extingue as trevas. Às vezes, aquilo que parece ser uma ofensa é, na verdade, um socorro oculto do Mundo Espiritual em benefício próprio. A misericórdia vai além do perdão, criando o esquecimento do mal. Em muitas ocasiões, a Divina Providência permite que cometamos erros para que possamos aprender a perdoar. A indulgência é a fonte que lava os venenos da culpa. O perdão é a fórmula da paz. Aprendamos a tolerar para que possamos ser tolerados.
Por André LuizEu quero a sorte de um amor tranquilo Com sabor de fruta mordida Nós na batida, no embalo da rede Matando a sede na saliva Ser teu pão, ser tua comida Todo o amor que houver nessa vida E algum trocado para dar garantia E ser artista no nosso convívio Pelo inferno e céu de todo dia Para poesia que a gente não vive Transformar o tédio em melodia Ser teu pão, ser tua comida Todo o amor que houver nessa vida E algum veneno anti-monotonia E se eu achar a sua fonte escondida Te alcance em cheio o mel e a ferida E o corpo inteiro feito um furacão Boca, nuca, mão, e a tua mente, não Ser teu pão, ser tua comida Todo o amor que houver nessa vida E algum remédio que me dê alegria
Por CazuzaNão vás tão docilmente nessa noite linda Que a velhice arda e brade ao término do dia Clama, clama contra o apagar da luz que finda! Embora o sábio entenda que a treva é bem-vinda Quando a palavra já perdeu toda a magia, Não vai tão docilmente nessa noite linda. O justo, à última onda, ao entrever, ainda, Seus débeis dons dançando ao verde da baía, Clama, clama contra o apagar da luz que finda. O louco que, a sorrir, sofreia o sol e brinda, Sem saber que o feriu com a sua ousadia, Não vai tão docilmente nessa noite linda. O grave, quase cego, ao vislumbrar o fim da Aurora astral que o seu olhar incendiaria, Clama, clama contra o apagar da luz que finda. Assim, meu pai, do alto que nos deslinda Me abençoa ou maldiz. Rogo-te todavia: Não vás tão docilmente nessa noite linda. Clama, clama contra o apagar da luz que finda.
Por Dylan ThomasÉ sempre assim o curso dos fatos que movem as rodas do mundo: as mãos pequenas os realizam porque precisam, enquanto os olhos dos grandes estão voltados para outros lugares.
Por J.R.R. TolkienEspero poder cumprir com as obrigações e quero poder sumir com as preocupações, ter condições de ser o que sou e deixar bem mais que saudade quando eu me for...
Por KamauUm simples pecador em certas circunstâncias pode ser mais querido a Deus do que noventa e nove justos.
Por Herman HesseJeremias, JR, 5:18, - Porém, mesmo naqueles dias, diz o Senhor, não os destruirei completamente.
Por Jeremias, Antigo Testamento