Mais frases de Judith Viorst!

⁠Não podemos amar se não soubermos o que é o amor. Não podemos amar outra pessoa como outra pessoa se não tivermos suficiente amor por nós mesmos, um amor que aprendemos sendo amados na infância.

Por Judith Viorst

⁠Aprendi que, no curso de nossa vida, abandonamos muito do que amamos e somos abandonados também. Perder é o preço que pagamos para viver. E também a fonte de grande parte do nosso crescimento e dos nossos ganhos. Ao trilhar o caminho do nascimento até a morte, temos de passar também pela dor de renunciar, renunciar e renunciar a uma parte do que amamos. Temos de enfrentar nossas perdas necessárias. Devemos entender como essas perdas se ligam aos nossos ganhos.

Por Judith Viorst

⁠Quanto a nossas perdas e ganhos, já vimos que frequentemente se misturam. Para crescer, temos de renunciar a muita coisa. Pois não se pode amar profundamente alguma coisa sem se tornar vulnerável à perda. E não se pode ser um indivíduo separado, responsável, com conexões, pensante, sem alguma perda, alguma desistência, alguma renúncia.

Por Judith Viorst

⁠Enfrentando as muitas perdas trazidas pelo tempo e pela morte, tornamo-nos um eu que chora e se adapta, encontrando em cada estágio – até o último suspiro – oportunidades para transformações criativas.

Por Judith Viorst

⁠Lamentar é o processo de adaptação às perdas da nossa vida.

Por Judith Viorst

Ao envelhecermos, a sociedade nos elimina do jogo da vida, ensinando-nos a compartilhar essa atitude de rejeição. Ela nos ensina, a não ser que procuremos nos defender, a detestar a nós mesmos.

Por Judith Viorst

⁠A estrada do desenvolvimento humano é pavimentada com renúncia.

Por Judith Viorst

Crescer exige tempo, e pode demorar muito aprender a equilibrar os sonhos com as realidades. Podemos levar muito tempo para aprender que a vida é, na melhor das hipóteses, um sonho sob controle – que a realidade é feita de conexões “imperfeitas”.

Por Judith Viorst

⁠⁠⁠Perguntaram a uma mulher de setenta e seis anos por que queria fazer terapia nessa idade. Refletindo sobre suas perdas e esperanças, ela respondeu: "Doutor, tudo o que me resta é meu futuro".

Por Judith Viorst