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Por que todo mundo está cantando e dançando sem motivo?

Por Gavião Arqueiro (série)

Nunca desista de ninguém. Milagres acontecem todos os dias.

Por H. Jackson Brown Jr

I Samuel, 1SM, 26:20, Agora, que o meu sangue não seja derramado longe desta terra do Senhor. Porque o rei de Israel saiu em busca de uma pulga, como quem persegue uma perdiz nos montes.

Por I Samuel, Antigo Testamento

Você realmente deveria levar sua vida espiritual mais a sério. O que você tem a perder?

Por A Lista da Vingança (filme)

Amor é enigma? Optar é renunciar. Entregar-se, por exemplo, a um amor é abandonar outros. E, do que se renuncia e abandona, pode provir, depois arrependimento. Afastar-se de um amor, ainda que, opção feita por lúcidas razões, pode gerar, adiante, a frustração pelo que se deixou de viver. Os casos de amor vivem rondados por frustração ou arrependimento. Não o amor, que é íntegro, irrefutável, cristalino e indubitável: mas os amantes seus portadores. Quase sempre o tamanho do amor é maior que o dos amantes. O que cerca as pessoas que se amam é sempre uma teia de limitações que o leva à disjuntiva: frustração ou arrependimento. Ou quem ama se entrega ao sentimento e se atira nos braços do outro para, depois, se arrepender do que abandonou para entregar-se ao amor, ou se afasta, cheio de lucidez, para, adiante, sentir frustração pelo que deixou de viver. Estes estão na categoria assim definida de modo cruel mas lúcido por Goethe: "no amor, ganha quem foge...Ou como disse o grande Orizon Carneiro Muniz: "no amor, é mais forte quem cede". Na juventude tudo isso fica confuso porque esta é uma etapa da vida envolta em uma névoa amorosa que a torna radical na busca da felicidade. O jovem ainda não se defrontou com as terríveis e dilacerantes divisões internas de que é feita a tarefa de viver e amar, aceitando as próprias limitações, confusões, os caminhos paralelos e contraditórios das escolhas, dentro de um todo que, para se harmonizar, precisa viver as divisões, os sofrimentos e os açoites das mentiras e enganos que conduzem as nossas verdades mais profundas. Séculos de repressão do corpo e de identificação do prazer com o pecado ou o proibido fizeram uma espécie de cárie na alma. É um buraco, um vazio, uma impossibilidade viver o que se quer, uma certeza antecipada de que o amor verdadeiro gera ou arrependimento ou frustração. Viver implica, pois, aceitar essa dolorosa e desafiante tarefa: a de enfrentar o amor como a maior das maravilhas e que se nos apresenta sob a forma de enigma. Tudo o que se move dentro do amor está carregado de enigmas. E com o enigma dá-se o seguinte: enfrentá-lo não é resolvê-lo. Mas quando não se o enfrenta, ele (enigma) nos devora. Enfrentar o enigma mesmo sem o deslindar, é aquecer e encantar a vida, é aprender a viver; é amadurecer. Exige trabalho interior penoso, grandeza, equilíbrio e auto-conhecimento. O contrário não é viver: é durar.

Por Artur da Távola

Ah! O silêncio… tão precioso. Acredito que seja a melhor e mais bela forma de dizer tudo! Afinal quando a voz se cala, os outros sentidos ficam aguçados, os olhos brilham com mais intensidade, as mãos muitas vezes tremulas e o corpo reage de maneira a encantar, pois a sensibilidade se dispersa, os ouvidos acostumados com tantas falas, vozes, sons, se sente calmo e começa a ouvir a voz do coração. O silêncio se torna a maneira mais simples de dizer o quanto as pessoas são especiais. Talvez se anunciássemos nos outdorrs, compuséssemos as mais lindas cançãos, ou dissipasse pelos ventos o que sentimos, mesmo assim não seriamos capazes de expressar tudo que se passa dentro de nós, este silêncio que nos consome, mas me dá clareza que quando não falamos nada é o momento em que dizemos tudo. É neste silêncio que amamos verdadeiramente!

Por Flávia Barros

No final, não temos de quem depender Por sinal, só temos quem vai nos prender

Por Djonga

Para ganhar conhecimento, adicione coisas todos os dias. Para ganhar sabedoria, elimine coisas todos os dias.

Por Lao-Tsé

Não quero mais dormir do seu lado Prefiro ficar acordado Guardando seu rosto pra lembrar de você

Por Baco Exu do Blues

BILHETE A PAPAI NOEL – Pede a Papai Noel... E eu pedi. Pedi boneca, pedi livros, pedi viagens, pedi um príncipe... Aprendi a escrever para escrever-lhe, ingrato velhinho, mas você nunca se lembrou de mim: não ganhei a boneca, nem livros, nem viagens, nem príncipe. Nada... Só deixou no meu sapato essa tristeza triste de saber que você está muito velho para subir morro. Papai Noel, você devia ser criança pobre para ver como morrem as ilusões. Ver como se desmoronam os castelos até restar somente essa tristeza triste. Se você pudesse ver as almas... Mas é melhor assim. Ignorando-as, poderá continuar a mentir, a distribuir ilusões, a oferecer sonhos, a brincar de você mesmo.

Por Myrtes Mathias