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I Crônicas, 1CR, 27:17, sobre os levitas, Hasabias, filho de Quemuel; sobre os aronitas, Zadoque;

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Levítico, LV, 13:46, Será impuro durante os dias em que a praga estiver nele; está impuro, habitará só; a sua habitação será fora do arraial.

Por Levítico, Antigo Testamento

II Crônicas, 2CR, 14:15, Também atacaram as tendas dos donos do gado, levaram ovelhas em abundância e camelos e voltaram para Jerusalém.

Por II Crônicas, Antigo Testamento

- Em vez de comprar- lhe algo que você gostaria de ter, estou lhe dando algo que é meu, realmente meu. Um presente. Um sinal de respeito pela pessoa diante de mim, pedindo que ela compreenda o quanto é importante estar ao seu lado. Agora ela tem consigo uma pequena parte de mim mesma, que entreguei de livre e espontânea vontade. Ralf levantou-se, foi até a estante e voltou com um objeto. Estendeu-o para Maria: - Este é um vagão de um trem elétrico que eu tinha quando era menino. Não tinha autorização para brincar com ele sozinho, porque meu pai dizia que era caro, importado dos Estados Unidos. Então, só me restava esperar que ele tivesse vontade de montar o trem no meio da sala, mas geralmente ele passava os domingos escutando ópera. Por isso, o trem sobreviveu à minha infância, mas não me deu nenhuma alegria. Lá em cima tenho guardado todos os trilhos, a locomotiva, as casas, até mesmo 0 manual; porque eu tinha um trem que não era meu, com o qual eu não brincava. "Oxalá tivesse sido destruído como todos os outros brinquedos que ganhei e de que nem me lembro, porque esta paixão de destruir faz parte da maneira como a criança descobre o mundo. Mas este trem intacto me lembra sempre uma parte da minha infância que eu não vivi, porque era preciosa demais, ou trabalhosa demais para o meu pai. Ou talvez porque, cada vez que montava o trem, tivesse medo de demonstrar seu amor por mim."

Por Paulo Coelho

O melhor para o homem é passar a vida o mais contente e o menos aflito possível. Isso seria possível se os prazeres não se baseassem em coisas passageiras.

Por Demócrito

II Reis, 2RS, 2:10, Elias respondeu: - Você fez um pedido difícil. Mas, se você me vir quando eu for levado embora, será como você pede; porém, se você não me vir, não será assim.

Por II Reis, Antigo Testamento

⁠Senhor, fortalece-me para correr com perseverança a carreira proposta. Que eu não troque a coroa eterna por glórias passageiras. Que eu seja encontrado fiel, até o fim, e um dia receba das Tuas mãos a coroa incorruptível! Vem, Senhor! Maranata!

Por Miriam Leal

Prosa Patética Nunca fui de ter inveja, mas de uns tempos pra cá tenho tido. As mãos dadas dos amantes tem me tirado o sono. Ontem, desejei com toda força ser a moça do supermercado. Aquela que fala do namorado com tanta ternura. Mesmo das brigas ando tendo inveja. Meu vizinho gritando com a mulher, na casa cheia de crianças, Sempre querendo, querendo. Me disseram que solidão é sina e é pra sempre. Confesso que gosto do espaço que é ser sozinho. Essa extensão, largura, páramo, planura, planície, região. No entanto, a soma das horas acorda sempre a lembrança Do hálito quente do outro. A voz, o viço. Hoje andei como louca, quis gritar com a solidão, Expulsar de mim essa Nossa Senhora ciumenta. Madona sedenta de versos. Mas tive medo. Medo de que ao sair levasse a imensidão onde me deito. Ausência de espelhos que dissolve a falta, a fraqueza, a preguiça. E me faz vento, pedra, desembocadura, abotoadura e silêncio. Tive medo de perder o estado de verso e vácuo, Onde tudo é grave e único. E me mantive quieta e muda. E mais do que nunca tive inveja. Invejei quem tem vida reta, quem não é poeta Nem pensa essas coisas. Quem simplesmente ama e é amado. E lê jornal domingo. Come pudim de leite e doce de abóbora. A mulher que engravida porque gosta de criança. Pra mim tudo encerra a gravidade prolixa das palavras: madrugada, mãe, Ônibus, olhos, desabrocham em camadas de sentido, E ressoam como gongos ou sinos de igreja em meus ouvidos. Escorro entre palavras, como quem navega um barco sem remo. Um fluxo de líquidos. Um côncavo silêncio. Clarice diz que sua função é cuidar do mundo. E eu, que não sou Clarice nem nada, fui mal forjada, Não tenho bons modos nem berço. Que escrevo num tempo onde tudo já foi falado, cantado, escrito. O que o silêncio pode me dizer que já não tenha sido dito? Eu, cuja única função é lavar palavra suja, Neste fim de século sem certezas? Eu quero que a solidão me esqueça.

Por Viviane Mosé

Nenhum sociólogo, por exemplo, deve pensar-se bom demais, mesmo em sua idade avançada, para fazer dezenas de milhares de cálculos bastante triviais em sua cabeça.

Por Max Weber

O que é que ela esperava depois de sete anos sem nos vermos? Sim, o que é que ela esperava? Aliás, o que é que eu esperava? Será que a gente nunca chega mesmo a perder as esperanças?

Por Ingmar Bergman