Se em nós a solidão viver sozinha, sem que nada em nós próprios a perturbe, cada figura passará rainha na antiguidade súbita da urbe. Um acento de pena irá na linha vincar a eternidade de figura a um rosto que quase só caminha para dentro de o vermos pela pura substância em si que vive a solidão dentro de nós. E sendo nós só margem do seu reino de ver por onde vão as figuras passando na paisagem de um antigo fulgor de coração aonde passam desde sempre. E agem.