Veja outros textos inspiradores!
Lucas, LC, 10:28, Então Jesus lhe disse: <J> - Você respondeu corretamente.</J> <J>Faça isto e você viverá.</J>
Por Lucas, Novo TestamentoA vida é limitada, por isso é tão preciosa. Uma vez que existe um limite, fazemos o nosso melhor para viver. (Heiji Hattori)
Por Detective ConanCinco inimigos da paz habitam-nos - avareza, ambição, inveja, raiva e orgulho; se conseguirmos bani-los, infalivelmente desfrutaremos a paz perpétua.
Por Francesco PetrarcaDiz a Constança que escrever poesia tem Que ter um clique Uma coisa que não há quem me salve Nada clica pra mim
Por Leíner HokiE quando não estou com você, meu peito fica vazio, como se meu coração se recusasse a bater até que a encontre novamente.
Por Carina RissiI Samuel, 1SM, 10:23, Então correram e o tiraram de lá. Ele ficou em pé no meio do povo, e era o mais alto de todos; dos ombros para cima, ele sobressaía a todo o povo.
Por I Samuel, Antigo TestamentoJó, JÓ, 10:9, Lembra-te de que me formaste como em barro. E, agora, queres reduzir-me a pó?
Por Jó, Antigo TestamentoOde ao Burguês Eu insulto o burgês! O burguês-níquel, o burguês-burguês! A digestão bem feita de São Paulo! O homem-curva! o homem-nádegas! O homem que sendo francês, brasileiro, italiano, é sempre um cauteloso pouco-a-pouco! Eu insulto as aristocracias cautelosas! os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros! que vivem dentro de muros sem pulos, e gemem sangues de alguns mil-réis fracos para dizerem que as filhas da senhora falam o francês e tocam os “Printemps” com as unhas! Eu insulto o burguês-funesto! O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições! Fora os que algarismam os amanhãs! Olha a vida dos nossos setembros! Fará Sol? Choverá? Arlequinal! Mas à chuva dos rosais o êxtase fará sempre Sol! Morte à gordura! Morte às adiposidades cerebrais Morte ao burguês-mensal! ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi! Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano! “_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos? _ Um colar… _ Conto e quinhentos!!! Mas nós morremos de fome!” Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma! Oh! purée de batatas morais! Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas! Ódio aos temperamentos regulares! Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia! Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados! Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos, sempiternamente as mesmices convencionais! De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia! Dois a dois! Primeira posição! Marcha! Todos para a Central do meu rancor inebriante! Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio! Morte ao burguês de giolhos, cheirando religião e que não crê em Deus! Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico! Ódio fundamento, sem perdão! Fora! Fu! Fora o bom burguês!…
Por Mário de Andrade