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Eu vou te amar como um idiota ama Vou te pendurar num quadro bem do lado da minha cama Eu espero enquanto você vive Mas não esquece que a gente existe
Por JãoJó, JÓ, 4:10, Cessa o bramido do leão e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos são quebrados.
Por Jó, Antigo TestamentoI Crônicas, 1CR, 16:19, Então eles eram em pequeno número, pouquíssimos e estrangeiros na terra de Canaã;
Por I Crônicas, Antigo TestamentoPoema azul eu reconheço a distância calada de um coração essa distância-oceano que é a distância dos anos, dos autos, dos atos de fé do labirinto tecido à fina seda do sonho que sonda o poente eu reconheço a distância forçada do exílio do suicídio coroado nas laudas do tempo, do vento, do corpo que amei eu atravessei o grito dos seus olhos quando até a palavra tempo cessou e o relâmpago profetizou, na escuridão, o retorno e você diz que eu fiquei mais azul
Por Ítalo DiblasiEu sei que nunca me deixou Eu sei que sempre esteve aqui comigo Livrando o meu coração do que não é Seu E eu sei que, todas as noites, Tu vens Pra acalmar a minha mente E pondo no meu coração que eu sou Teu
Por Isadora PompeoNúmeros, NM, 6:14, Ele apresentará a sua oferta ao Senhor, um cordeiro de um ano, sem defeito, em holocausto, e uma cordeira de um ano, sem defeito, para oferta pelo pecado, e um carneiro, sem defeito, por oferta pacífica,
Por Números, Antigo TestamentoTito, TT, 1:14, e não se ocupem com fábulas judaicas, nem com mandamentos de gente que se desvia da verdade.
Por Tito, Novo TestamentoA questão não é: eles podem raciocinar? Ou então, eles podem falar? Mas, eles podem sofrer?
Por Jeremy BenthamJosué, JS, 11:4, Saíram, pois, estes e todas as suas tropas com eles, muito povo, em multidão como a areia que está na praia do mar, e também muitos cavalos e carros de guerra.
Por Josué, Antigo TestamentoA Providência Divina no Deserto e a Lição da Oferta "Houve um tempo, logo após me casar, em que a vida me testava com uma dureza implacável. Eu ainda não tinha minha casa, nem meu filho havia nascido. O peso de prover para minha família caía sobre mim, e os trabalhos eram exaustivos e perigosos. Eu lidava com esterco, um serviço pesado que traz doenças e que poucos ousam fazer. Também carregava lenha para as cerâmicas, enfrentando riscos constantes. Lembro de uma cobra que chegou a morder minha calça, mas não era venenosa. No entanto, por ali, tive contato com outras, como cascavel e jararaca, o que mostrava o perigo constante. A dificuldade de trazer comida para casa era imensa. Minha mulher recebia R$ 200 do Bolsa Família, e eu, trabalhando com esterco e lenha, ganhava cerca de R$ 500 por mês. Lembro dos momentos em que, em meio ao desespero, cheguei a proferir blasfêmias contra Deus. Eu não tinha quase nada, mas ainda assim me sentia 'obrigado' a dizimar e ofertar. Naquele tempo, eu não compreendia o real sentido da oferta, apenas via o sofrimento que passava. No entanto, mesmo na escassez, a providência de Deus se manifestava. Nunca me faltou nada, e jamais precisei mendigar o pão. Deus me sustentava com o pouco que eu tinha. Foi a necessidade que me levou à casa da minha sogra, na região de Salgueiro. Lá, tive um encontro transformador. Aprendi com um pastor o verdadeiro significado de ofertar e dizimar. Foi nesse período que comecei a dar valor a cada pequena coisa que eu possuía, percebendo que a maior riqueza não era material, mas a provisão e a fidelidade de Deus, mesmo nos momentos mais difíceis."
Por Lucielton de Araujo Rodrigues