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Os raciocínios do amor-próprio não gozam do crédito das melhores consequências.
Por Camilo Castelo BrancoO propósito da vida é encontrar o maior fardo que você pode carregar e carregá-lo.
Por Jordan B. PetersonQuão abençoadas são algumas pessoas cujas vidas não têm medos, nem arrependimentos; para quem o sono é uma bênção que vem todas as noites e não traz nada além de bons sonhos.
Por Bram StokerDescobrir um segredo jamais é a chave. Descobrir por que um segredo é um segredo é o que leva a algum lugar.
Por Charlie DonleaEzequiel, EZ, 32:10, Farei com que muitos povos fiquem espantados a seu respeito, e os seus reis tremam de medo, quando eu brandir a minha espada diante deles. No dia em que você cair, eles ficarão tremendo sem parar, com medo de perder a vida.`
Por Ezequiel, Antigo TestamentoEmigrar é deixar um lugar por outro, com o lugar que você deixou amarrado ao tornozelo com correntes de aço. Se é difícil para uma pessoa emigrar, é apenas porque é difícil andar no mundo quando um país inteiro está preso a seu tornozelo, arrastando-o para onde quer que você vá.
Por Ayelet Gundar-GoshenNão há nenhum bom motivo pelo qual não devemos nos desenvolver e mudar até o último dia da nossa vida.
Por Karen HorneyMeu diário público 25/05/2025 Me chamo Aline Caira, costumo usar o pseudônimo de Kayra, enfim... carrego em mim a história de uma infância moldada pela hostilidade e crueldade. Um lar que, ao invés de ser um refúgio, foi palco de violência física, mental e psicológica, tecendo uma teia de sofrimento em meu ser. Cresci em silêncio, aprendendo a suportar a dor, pois, aos olhos de meus algozes, eu era um ser desprezível, culpada até mesmo pelas travessuras e pequenas artes inerentes à infância. A cumplicidade de minha própria irmã, que, ao invés de ser amiga, me apelidava de "bruxa", "Olivia Palito" e me atacava com palavras cruéis sobre minha magreza, feiúra e suposta burrice, só aprofundava a ferida. A fachada de felicidade em passeios e eventos logo se desfazia ao cruzar a porta de casa, onde o terrorismo psicológico se instalava. Era o inferno particular, a solidão em meio àqueles que deveriam me amar. As palavras, como navalhas, cortavam minha alma, somadas às agressões físicas que marcaram meu corpo: chutes, pontapés, puxões de cabelo, socos no rosto, tapas ensurdecedores. Unhas que rasgavam minha pele, beliscões que me feriam profundamente. A violência escalou ao ponto de um afogamento simulado por minha própria mãe em um tanque d'água, um ato que ecoa em meus pesadelos até hoje. Fui atirada da escada, humilhada e exposta a situações vexatórias, com meu pai me xingando e espancando em público, na rua, na escola, até mesmo diante da diretora. A vergonha e o medo se tornaram meus companheiros constantes. O que torna tudo ainda mais lamentável é a conivência silenciosa dos familiares, testemunhas passivas do meu sofrimento. O motivo? Permanece um mistério doloroso. É incompreensível a existência de seres humanos capazes de presenciar o sofrimento de uma criança e permanecer inertes. Na vida adulta, carrego comigo essa criança ferida, sedenta por amor e pela segurança que nunca encontrou nos braços de seus pais. A busca por esse afeto perdido se manifesta em padrões de comportamento, em relacionamentos que, muitas vezes, repetem a dinâmica dolorosa do passado. Minha vida adulta é permeada por tristezas, dores e sofrimentos. A depressão se tornou uma sombra constante, uma batalha diária que me consome. Há dias em que a exaustão me impede de sequer levantar da cama. No entanto, o olhar doce e amoroso de minha filha me impulsiona a seguir em frente. Por ela, por seu bem-estar, não posso me render às minhas próprias dores. Ela é a luz que me guia, a força que me mantém de pé, a razão para lutar contra a escuridão que me assola. E é por ela que busco a cura, a libertação das amarras do passado, para que ela possa ter a mãe que eu nunca tive.
Por Aline CairaMatemática do sucesso Desejo (-) menos medo = objetivo Objetivo (+) mais prazo = meta Meta (x) multiplicada com planejamento = resultado Resultado (÷) dividido com humildade = sucesso!
Por Plínio de Sá