Mais frases de József Eotvos!

⁠No plano interno, os países colonialistas enfrentam contradições e reivindicações operárias que exigem o emprego de suas forças policiais. Além disso, na atual conjuntura internacional, esses países necessitam de suas tropas para proteger o regime. Enfim, conhecemos o mito dos movimentos de libertação dirigidos a partir de Moscou. Na argumentação apavorada do regime, isso significa: "Se as coisas continuarem assim, os comunistas vão acabar se aproveitando desses tumultos para se infiltrar nessas regiões".

Por Frantz Fanon

⁠Compreende-se que, nessa atmosfera, o cotidiano se torna simplesmente impossível. Não se pode ser felá, proxeneta ou alcoólatra como antes. A violência do regime colonial e a contraviolência do colonizado se equilibram e se respondem numa homogeneidade recíproca extraordinária. Esse reino da violência será ainda mais terrível quanto maior for o número de metropolitanos. O aumento da violência no seio do povo colonizado será proporcional à violência exercida pelo regime colonial contestado. Os governos metropolitanos estão na primeira fase desse período insurrecional, escravos dos colonos. Estes ameaçam tanto os colonizados quanto os seus governos. Empregarão os mesmos métodos contra ambos

Por Frantz Fanon

E, de fato, lá se vão quase sete anos de crimes na Argélia e nem um único francês foi levado a um tribunal da Justiça francesa pelo assassinato de um argelino.

Por Frantz Fanon

Diante desse mundo, as nações europeias se refestelam na opulência mais ostentatória. Essa opulência europeia é literalmente escandalosa, pois foi construída sobre as costas dos escravos, nutriu-se do sangue dos escravos, provém em linha direta do solo e do subsolo desse mundo subdesenvolvido. O bem-estar e o progresso da Europa foram edificados com o suor e os cadáveres dos negros, dos árabes, dos índios e dos amarelos. Isso nós decidimos nunca mais esquecer.

Por Frantz Fanon

Uma garota tão pequena quanto uma violeta, uma garota que se move como uma pétala, está me puxando para ela com mais força do que sua própria massa. Só então, como a maçã de Newton, eu rolei em sua direção sem parar até cair sobre ela com um baque. Meu coração continua batendo entre o céu e o chão. Foi meu primeiro amor.

Por Goblin

Cada um faz sempre qualquer coisa melhor que os outros.

Por Erik Geijer

⁠Aprende que não devo implorar por amor, porque amor não se implora,amor se conquista.

Por MEU AMOR

⁠Fui questionada semana passada: "Quem é o seu melhor amigo?" Não sei. Não uso mais essa expressão. Não faz sentido. Tenho amigos que possuem as 'chaves' para diferentes portas da minha personalidade. Alguns abrem meu coração. Outros a minha risada. Há ainda aqueles que conseguem adentrar nas minhas mais profundas confusões e vulnerabilidades. Os mais distantes de mim podem ter a chave pra um determinado momento da minha vida. Outros, que são próximos, podem não ter a chave que preciso hoje. E é ok se os seus companheiros não tiverem todas as chaves. Como seria possível que eles as tivessem? Não falham por não poder abrir todas as portas de quem você é. As minhas muitas identidades não se encaixam perfeitamente com ninguém.

Por Jedidiah Jenkins

⁠Enquanto eu me importar, eu tento 1, 2, 3 vezes se for preciso!

Por Edmerson Mulotiua

Serei incorrigível, romântico ou velhaco, não digo o que sinto, não sinto o que digo ou mesmo digo o que não sinto; sou, enfim, mau e perigoso, e vocês inocentes e anjinhos. Todavia, eu a ninguém escondo os sentimentos que ainda há pouco mostrei: em toda parte confesso que sou volúvel, inconstante e incapaz de amar três dias um mesmo objeto; verdade seja que nada mais fácil do que me ouvirem um “eu vos amo", mas também a nenhuma pedi ainda que me desse fé; pelo contrário, digo a todas como sou; e se, apesar de tal, sua vaidade é tanta que se suponham inesquecíveis, a culpa, certo que não é minha. Eis o que faço. E vós, meus caros amigos, que blasonais de firmeza de rochedo, que jurais amor eterno cem vezes por ano a cem diversas belezas… sois tanto ou mais inconstantes que eu! Mas entre nós há sempre uma diferença; vós enganais e eu desengano; digo a verdade e vós, meus senhores, mentis…

Por Joaquim Manuel de Macedo