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Pare, engula seu choro Faça a maquiagem, deixe de bobagem O amor sempre bate na porta de quem Já não quer nem saber Guarde seus risos, manias Suas fantasias, mentiras mesquinhas Pra outros amores, suporte suas dores Que eu vou viver só
Foi como num carnaval Bem no final Quando fica um vazio nas ruas E os copos descartáveis no chão Dá trabalho pra limpar depois No outro dia cedinho Depois da multidão
Que bom te ver nos braços da boemia Noturno absorve a luz do dia E canaliza pra um grau de telepatia.
Volte conosco, vamos devagar, Nos deixando guiar pelo brilho No céu que reflete estelar Teu sol em libra; Coragem é isso, viver a vida!