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Diabo: À barca, à barca, houlá! que temos gentil maré! - Ora venha o carro a ré! Companheiro: Feito, feito! Bem está! Vai tu muitieramá, e atesa aquele palanco e despeja aquele banco, pera a gente que virá. À barca, à barca, hu-u! Asinha, que se quer ir! Oh, que tempo de partir, louvores a Berzebu! - Ora, sus! que fazes tu? Despeja todo esse leito! Companheiro: Em boa hora! Feito, feito! Diabo: Abaixa aramá esse cu!

Por Gil Vicente

⁠Somente pela externalização, entrando nas relações sociais, podemos desenvolver a interioridade de nossa própria pessoa.

Por Jurgen Habermas

Atos, AT, 28:17, Três dias depois, ele convocou os principais dos judeus. Quando estavam reunidos, Paulo disse: - Meus irmãos, apesar de nada ter feito contra o povo ou contra os costumes paternos, vim preso desde Jerusalém, entregue nas mãos dos romanos.

Por Atos, Novo Testamento

I Crônicas, 1CR, 6:78, e do outro lado do Jordão, na altura de Jericó, a leste do Jordão, receberam, da tribo de Rúben, Bezer com os seus arredores no deserto, Jaza com os seus arredores,

Por I Crônicas, Antigo Testamento

Vale tudo no amor e na guerra.

Por Provérbio popular

Salmos, SL, 116:12, Que darei ao Senhor por todos os seus benefícios para comigo?

Por Salmos, Antigo Testamento

Entre brumas, ao longe, surge a aurora. O hialino orvalho aos poucos se evapora, Agoniza o arrebol. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu risonho, Toda branca de sol. E o sino canta em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O astro glorioso segue a eterna estrada. Uma áurea seta lhe cintila em cada Refulgente raio de luz. A catedral ebúrnea do meu sonho, Onde os meus olhos tão cansados ponho, Recebe a bênção de Jesus. E o sino clama em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” Por entre lírios e lilases desce A tarde esquiva: amargurada prece Põe-se a lua a rezar. A catedral ebúrnea do meu sonho Aparece, na paz do céu tristonho, Toda branca de luar. E o sino chora em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!” O céu é todo trevas: o vento uiva. Do relâmpago a cabeleira ruiva Vem açoitar o rosto meu. E a catedral ebúrnea do meu sonho Afunda-se no caos do céu medonho Como um astro que já morreu. E o sino geme em lúgubres responsos: “Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!”

Por Alphonsus de Guimaraens

II Reis, 2RS, 15:35, Apenas os lugares altos não foram tirados, e o povo ainda sacrificava e queimava incenso nesses altos. Jotão construiu o Portão de Cima da Casa do Senhor.

Por II Reis, Antigo Testamento

Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela.

Por Paulo Coelho

Daniel, DN, 11:3, Depois, se levantará um rei poderoso, que reinará com grande domínio e fará o que quiser.

Por Daniel, Antigo Testamento