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Mors Amor Esse negro corcel, cujas passadas Escuto em sonhos, quando a sombra desce, E, passando a galope, me aparece Da noite nas fantásticas estradas, Donde vem ele? Que regiões sagradas E terríveis cruzou, que assim parece Tenebroso e sublime, e lhe estremece Não sei que horror nas crinas agitadas? Um cavaleiro de expressão potente, Formidável, mas plácido, no porte, Vestido de armadura reluzente, Cavalga a fera estranha sem temor: E o corcel negro diz: "Eu sou a morte!" Responde o cavaleiro: "Eu sou o Amor!"
Por Antero de QuentalIsaías, IS, 36:3, Quem saiu ao encontro dele foram Eliaquim, filho de Hilquias, o responsável pelo palácio, Sebna, o escrivão, e Joá, filho de Asafe, o cronista.
Por Isaías, Antigo TestamentoJó, JÓ, 40:6, Então o Senhor, do meio de um redemoinho, respondeu a Jó e disse:
Por Jó, Antigo Testamento"No edifício do pensamento não encontrei nenhuma categoria na qual pousar a cabeça. Em contrapartida, que belo travesseiro é o Caos"
Por Emil CioranEm algum momento, acho que eu percebi que, se a gente quer que as coisas sejam de um jeito, não dá pra depender do destino ou da sorte. A gente tem que agir e fazer acontecer.
Por Explosivos (série)De que adianta contratar pessoas inteligentes se você não lhes dá o poder de consertar o que não funciona?
Por Ed CatmullGênesis, GN, 29:33, Ela ficou grávida outra vez e deu à luz um filho. E disse: - O Senhor ouviu que eu era desprezada e me deu mais este filho. E deu-lhe o nome de Simeão.
Por Gênesis, Antigo TestamentoAprendi a voar, estou mais forte do que antes Posso descansar E confiar Existe um Deus ao meu favor E pode o mundo inteiro agora se opor Pois sei que quem tentar prejudicar Vai acabar fazendo um favor
Por Kemilly SantosE sobre o tema da queima de livros: quero parabenizar os bibliotecários, não famosos por sua força física ou suas conexões políticas poderosas ou a sua grande riqueza, que, em todo o país, resistiram bravamente aos provocadores antidemocráticos que tentaram remover certos livros de suas estantes, e se recusaram a revelar para a polícia do pensamento os nomes das pessoas que haviam solicitado esses títulos. Assim, a América que eu amei ainda existe, se não na Casa Branca ou no Supremo Tribunal ou do Senado ou da Câmara de Representantes ou na mídia. A América que eu amo ainda existe na frente dos balcões de nossas bibliotecas públicas.
Por Kurt Vonnegut