Mais frases de Clément Marot!

Dispensados devem ser os que nos retiram as forças, mesmo que sutilmente, ou que quase nem percebamos. Os piores golpes são os silenciosos!

Por Lavínia Lins

Para combater o medo, aja. Para aumentar o medo, espere, adie, prolongue.

Por David Joseph Schwartz

Quando Vier a Primavera Quando vier a Primavera, Se eu já estiver morto, As flores florirão da mesma maneira E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. A realidade não precisa de mim. Sinto uma alegria enorme Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma Se soubesse que amanhã morria E a Primavera era depois de amanhã, Morreria contente, porque ela era depois de amanhã. Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo? Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo; E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse. Por isso, se morrer agora, morro contente, Porque tudo é real e tudo está certo. Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem. Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele. Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências. O que for, quando for, é que será o que é. (Poemas Inconjuntos, heterónimo de Fernando Pessoa)

Por Alberto Caeiro

Aquele que faz e promove o bem cultiva o seu próprio êxito.

Por Provérbio Chinês

Ouvindo Exalta na quebrada Gritando: Eu me apaixonei pela pessoa errada

Por Baco Exu do Blues

Last Christmas (Tradução) No Natal passado eu te dei meu coração Mas no dia seguinte Você jogou fora (você jogou fora) Este ano, para me poupardas lágrimas Eu vou dar para alguém especial (especial) Depois do primeiro fora, fiquei traumatizado FIco longe, mas você ainda chama minha atenção Diga-me baby, você me reconhece Bem, já faz um ano, não é de me surpreender Feliz Natal Eu embrulhei e enviei Com um bilhete dizendo "Eu te amo" Eu estava falando sério Agora eu sei como fui tolo Mas se você me beijar agora Eu sei que você vai me enganar novamente No Natal passado eu te dei meu coração Mas no dia seguinte Você jogou fora (você jogou fora) Este ano, para me poupardas lágrimas Eu vou dar para alguém especial (especial) Oh, Oh Baby Uma sala lotada, amigos com olhos cansados Estou me escondendo de você e da sua alma de gelo Meu Deus, eu pensei que você fosse Alguém em quem confiar Eu, eu acho que eu era um ombro para chorar Um rosto num amante com um fogo no seu coração Um homem disfarçado, mas você me destruiu Oooh Ooh Agora eu encontrei um amor real Você nunca vai me enganar de novo No Natal passado eu te dei meu coração Mas no dia seguinte Você jogou fora (você jogou fora) Este ano, para me poupardas lágrimas Eu vou dar para alguém especial (especial) Um rosto num amante com um fogo no seu coração Um homem disfarçado, mas você me destruiu Talvez no ano que vem Eu vou dar para alguém Eu vou dar para alguém especial

Por George Michael

A mudança é um desconhecido que você ainda não conhece.

Por George Michael

Perceber o que as pessoas sentem sem que elas o digam constitui a essência da empatia.

Por Daniel Goleman

⁠Um guerreiro samurai, conta uma velha história japonesa, certa vez desafiou um mestre Zen a explicar os conceitos de céu e inferno. Mas o monge respondeu-lhe com desprezo: — Não passas de um bruto... não vou desperdiçar meu tempo com gente da tua laia! Atacado na própria honra, o samurai teve um acesso de fúria e, sacando a espada da bainha, berrou: — Eu poderia te matar por tua impertinência. — Isso — respondeu calmamente o monge — é o inferno. Espantado por reconhecer como verdadeiro o que o mestre dizia acerca da cólera que o dominara, o samurai acalmou-se, embainhou a espada e fez uma mesura, agradecendo ao monge a revelação. — E isso — disse o monge — é o céu. A súbita consciência do samurai sobre seu estado de agitação ilustra a crucial diferença entre alguém ser possuído por um sentimento e tomar consciência de que está sendo arrebatado por ele. A recomendação de Sócrates — “Conhece-te a ti mesmo” — é a pedra de toque da inteligência emocional: a consciência de nossos sentimentos no momento exato em que eles ocorrem.

Por Daniel Goleman

O estilo é o hábito, a segunda natureza do pensamento.

Por Jules Renard