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⁠Você acha que é o único que está sofrendo com os sacrifícios que fez?

Por Away (série)

Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haverá guerra.

Por Haile Selassie

As verdadeiras diferenças no mundo de hoje não são entre judeus e árabes; protestantes e católicos; muçulmanos, croatas e sérvios. As verdadeiras diferenças se encontram entre os que abraçam a paz e os que a querem destruir; entre os que olham para o futuro e os que se agarram ao passado, entre os que abrem os braços e os que fecham os punhos.

Por Bill Clinton

Não basta sentar-se a olhar cada objeto e pintá-lo exatamente como você o vê, deve-se pintá-lo tal e como deve ser – tal e como era quando o motivo lhe comoveu.

Por Edvard Munch

II Samuel, 2SM, 20:16, Então uma mulher sábia gritou de dentro da cidade: - Escutem! Escutem! Digam a Joabe que venha cá, para que eu fale com ele.

Por II Samuel, Antigo Testamento

⁠Tenho estratégias para vencer o vazio. Eu ouço música por incontáveis horas. A música preenche não só a mim, mas também o espaço ao meu redor. A música, como aprendi, é um elixir que se infiltra em todos os seus membros.

Por Etgar Keret

Adoro conversar com os fãs. Sou sincera e falo com eles como se fossem meus amigos.

Por Jisoo

Teoria do Humanitismo (Quincas Borba) Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. (...) Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.

Por Machado de Assis

Em 99 vezes, de 100, afirmar que uma coisa não pode ser feita é falta de vontade de a fazer.

Por Elizabeth Goudge

Fuga em azul menor O meu rosto de terra ficará aqui mesmo no mar ou no horizonte. Ficará defronte à casa onde morei. Mas o meu rosto azul, O meu rosto de viagem, esse, irá pra onde irei. Todo o mundo físico que gorjeia lá fora não me procure agora. Embarquei numa nuvem por um vão de janela dos meus cinco sentidos. E que adianta a alegria dizer que estou presente com o meu rosto de terra se não estou em casa? Inútil insistência. Cortei em mim a cauda das formas e das cores. (A abstração é uma forma de se inventar a ausência) e estou longe de mim nesta viagem abstrata sem horizonte e fim. Um dia voltarei qual pássaro marítimo, numa tarde bem mansa à hora do sol posto. Então, loura criança, Ouvirás o meu ritmo e me perguntarás: quem és tu, pobre ser? Mas, eu vim de tão longe e tão azul de rosto que não me podes ver. A graça de quem mora no país da ausência certo consiste nisto: ficar azul de rosto pra não poder ser visto.

Por Cassiano Ricardo