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Acho que esse é o melhor conselho de todos: pense constantemente sobre como você pode fazer as coisas melhor e questione a si mesmo.
Por Elon MuskPropósito Viver pouco mas viver muito Ser todo pensamento Toda esperança Toda alegria ou angústia — mas ser Nunca morrer enquanto viver
Por Eunice ArrudaMarcos, MC, 6:14, Isto chegou aos ouvidos do rei Herodes, porque o nome de Jesus havia se tornado conhecido. E alguns diziam: ´João Batista ressuscitou dentre os mortos e, por isso, forças miraculosas operam nele.`
Por Marcos, Novo TestamentoUma história era uma forma de telepatia. Por meio de símbolos traçados com tinta numa página, ela conseguia transmitir pensamentos e sentimentos da sua mente para a mente de seu leitor. Era um processo mágico, tão corriqueiro que ninguém parava para pensar e se admirar. Ler uma frase e entendê-la era a mesma coisa; era como dobrar o dedo, não havia intermediação. Não havia um hiato durante o qual os símbolos eram decifrados. A gente via a palavra castelo e pronto, lá estava ele.
Por Ian McEwanJeremias, JR, 51:27, ´Levantem um estandarte na terra, toquem a trombeta entre as nações, preparem as nações para lutarem contra ela. Convoquem contra ela os reinos de Ararate, Mini e Asquenaz. Nomeiem contra ela um comandante. Façam vir cavalos como gafanhotos eriçados.
Por Jeremias, Antigo TestamentoTenho pensamentos e uma mentalidade muito complexos. É assim que eu sou.
Por Amanhã – Tomorrow (série)Jeremias, JR, 34:18, Farei com os homens que transgrediram a minha aliança e não cumpriram as palavras da aliança que fizeram diante de mim o mesmo que eles fizeram com o bezerro que cortaram ao meio, para passarem entre as duas partes.
Por Jeremias, Antigo TestamentoOs Três Mal-Amados O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome. O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos. O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina. O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos. Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina. O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água. O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome. O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel. O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso. O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala. O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
Por João Cabral de Melo NetoPara mim é um privilégio poder falar dessa pessoa maravilhosa! Conhecer você, amiga, foi um presente de Deus para a minha vida! Deus é mesmo perfeito em tudo, hein? Agradeço a Ele por fazer os nossos caminhos se cruzarem e assim me presentear com a sua amizade, afinal, os amigos são os familiares que Deus nos deu a oportunidade de escolher! Admiro muito seu jeito espontâneo, amiga, sincera e alegre de ser! Peço a Deus que a gente ainda compartilhe muitas gargalhadas juntas, afinal, sorrir é com a gente mesmo, hein? E as gargalhadas? Muitas! Que Deus continue te abençoando grandemente e que você possa abrir o seu coração para alguém que te mereça! O que eu desejo para você? Tudo e nada. Tudo o que te faça feliz e nada que te faça sofrer!
Por Olimpya Ferraz