Mais frases de Emilio Odebrecht!

⁠Se estiver lendo isso...Toque nele, toque nela, a vida é muito curta para perder um segundo.

Por A Cinco Passos de Você

O novo sempre despertou perplexidade e resistência.

Por Sigmund Freud

O futuro para mim já é uma coisa do passado Você foi meu primeiro amor e será o meu último

Por Bob Dylan

Tudo ia se ajeitar, o tempo nunca falha em suas habilidades.

Por Carla Madeira

Mateus, MT, 10:12, <J>Ao entrarem na casa, saúdem-na.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

E se eu disser que nunca sei mesmo a direção? E se eu disser que toda vez que eu achei que ia acertar eu na verdade só arrisquei? Você ainda ia me querer? Diz. Eu seria ainda o que sou para você? E se eu disser que eu nunca soube nada de minha vida, que eu sempre deixei tudo passar por mim e as vezes ia, as vezes não ia, dependendo do gosto do café. Você ia querer? Será que ia mesmo? Minha vida é correr contra os carrinhos na montanha russa esperando vencer o impossível e não ser levado outra vez para trás. Você entende? Ainda assim quer? Pensa… Eu não sei nada. Só sei ser assim. Eu sequer me entendo. Nunca consegui brincar de ter certeza. Nunca consegui 100% de não dúvida. Ainda? Ninguém esqueceu a sombra em meu quarto. Ainda assim eu fugi. Ninguém passou com pressa por mim. Ainda assim segui… e caí no buraco da árvore. Eu sempre fui… Sempre passei… Sempre acreditei em minhas próprias estórias. E nunca dormi. Sempre vi tudo chacoalhar meus cabelos e me deixei levar. É isso? Nunca morei em uma só casa. Nunca fiquei em um só plano. E é sempre o gosto do café. Nada concreto. Nenhuma teoria. Nenhum cálculo. Só correr contra a brisa pra sentir o gosto da chuva na boca. Nunca cresci. Agora perdi o trem. E ele não para mais pra mim. E se eu dissesse que eu também não quero que ele pare. Você ia querer? Será que ia mesmo? Eu mesmo nunca sei… 2004 – “Os Funerais Do Coelho Branco”

Por Nenê Altro

Janeiro, tem que ser diferente, vai ser diferente. Janeiro. Eu estou aqui, brisa da chuva no rosto, gosto de tempestade na alma, correndo em passos curtos, tentando demonstrar calma. Mas não há. Não há nada calmo em mim. Tenho um terremoto de três anos para escavar e tentar encontrar coisas que deixei pra trás por baixo das pilhas de caixas de papelão. Porque foi assim Janeiro. Não sabia o que fazer com as coisas então colocava sempre numa caixa. Se eu não via, não estavam mais lá. Se eu não lembro eu não fiz. E a vida seguia. Carregando caixas fechadas de casa em casa, de mudança em mudança. Só que o sol me atravessa Janeiro, e minha sombra parece peneira. Não dá mais. Tem que ser diferente. Pensa assim, pode ser bom. Feito primeiro dia de aula na escola nova, assustador mas novo, passa uns dias e já tem gosto, passa uns meses e já tem saudade. E então como em uma casa toda branca e sem móveis levaria uma caixa por vez, abriria, tiraria as pilhas de vida, daria risadas, choraria, pensaria e guardaria uma ou outra coisa mas aprenderia a dizer adeus. Porque faz parte da vida. Não dá pra carregar tanto peso assim pra sempre. Não é Janeiro? Não é? Tem que ser diferente, vai ser diferente. Janeiro. Sei que vai… Sei que vou… Dezembro 2008 – “O Diabo Sempre Vem Pra Mais Um Drink”

Por Nenê Altro

É pensando nos homens que eu perdoo aos tigres as garras que dilaceram.

Por Florbela Espanca

o azul mais azul além do cetim da safira e do lápis-lazúli

Por Cláudio Daniel

Não desista, vá em frente, sempre há uma chance de você tropeçar em algo maravilhoso.

Por Charles F. Kettering