Ganhar liberdade é ganhar simplicidade.
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Começo minhas pinturas sob o efeito de um choque que me faz escapar da realidade.
As obras devem ser concebidas com fogo na alma, mas executadas com uma frieza clínica.
Para mim, um objeto é algo vivo. Um cigarro ou uma caixa de fósforos contêm uma vida secreta muito mais intensa que a de certos seres humanos.
Tento aplicar as cores como palavras que formam poemas, como notas que compõem música.
Mais importante do que a obra de arte propriamente dita é o que ela vai gerar. A arte pode morrer; um quadro desaparecer. O que conta é a semente.