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Salmos, SL, 25:3, Na verdade, dos que em ti esperam, ninguém será envergonhado; envergonhados serão os que, sem motivo, procedem traiçoeiramente.
Por Salmos, Antigo TestamentoA desgraça deste mundo é que ninguém é feliz, esteja preso em um momento de dor ou de alegria. A tragédia deste mundo é que todos estão sozinhos. Pois uma vida no passado não pode ser compartilhada com o presente. Cada pessoa que fica presa no tempo fica presa sozinha.
Por Alan LightmanI Samuel, 1SM, 2:14, enfiava o garfo na caldeira, na panela, no caldeirão ou na marmita, e tudo o que o garfo tirava o sacerdote pegava para si. Assim se fazia a todo o Israel que ia ali, a Siló.
Por I Samuel, Antigo TestamentoAtos, AT, 18:19, Quando chegaram a Éfeso, Paulo deixou ali Priscila e Áquila. Ele, porém, entrando na sinagoga, pregava aos judeus.
Por Atos, Novo TestamentoLucas, LC, 23:13, Pilatos, então, reuniu os principais sacerdotes, as autoridades e o povo
Por Lucas, Novo TestamentoNosso corpo devia mostrar mais as coisas que nos machucam, as histórias que mantemos escondidas dentro de nós.
Por Cartas de amor aos mortosUma vez você me disse que a gente era de universos diferentes. E embora isso fosse verdade, o acaso colocou você e eu lado a lado na mesma sala de aula.
Por Doona! (série)Levítico, LV, 26:24, eu também serei contrário a vocês e eu mesmo os ferirei sete vezes mais por causa dos seus pecados.
Por Levítico, Antigo TestamentoCírculo vicioso Um dia, milhões de bebês choraram na liberdade uterina do milagre da vida: nasceram. Não vestiram seus corpos, não lhes calçaram sapatos nem lhes deram o conforto do seio materno, antes da posse do sonho infantil, foram rejeitados, ao rigor do abandono. Um dia, mãozinhas trêmulas, inseguras, sem afeto, bateram na porta do vizinho, procurando abrigo. Não havia ninguém ali para oferecer afeto nem portas havia na pobreza do lado. O menino escorregou na direção da rua. Um dia, a criança anêmica foi eleita à marginalidade da escura noite e disputava papelões e pães no lixo do depósito público. Aos tapas, cresceu como grão perdido no vão das pedras, sem a mínima possibilidade de sobreviver: sem teto, sem luz, sem chão. Um dia, o adolescente esperto teve alucinações de vida e o desejo de conferir a sociedade: candidatou-se à luta amarga do subemprego. Alvejado pela falta de habilitação, foi condenado como vagabundo, recebendo etiqueta oficial de mendigo. Um dia, o adulto desiludido, amargurado, sem emprego, sem referencial, saiu à procura do amor. No escuro, mas cheio de esperanças, foi colecionando portas fechadas pelo caminho. Sem Deus, sem nome, sem avalista, sem discurso, acreditou no “slogan” das campanhas sociais. Um dia, o menino mal nascido, mal amado, mal educado, não soube cuidar do filho que nem chegou a ver. Não ouviu seu choro. Imaginou apenas que, após nove meses de duríssima gestação, alguém brotara de um rápido encontro, irresponsável, assustado e vazio que sempre ouviu dizer que se chamava amor.
Por Ivone Boechat