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Atos, AT, 8:2, Alguns homens piedosos sepultaram Estêvão e fizeram grande lamentação por ele.
Por Atos, Novo TestamentoNão sou o que deveria ser-sim,quão imperfeito e falho! Não sou o que desejo ser-detesto o que é mal e quero me apegar ao que é bom!Não sou o que espero ser- em breve- em breve me despirei da mortalidade e, com ela, de todo pecado e imperfeição. No entanto, embora eu não seja o que deveria ser, nem o que desejo ser, nem o que quero ser, posso dizer verdadeiramente:Não sou o que era antes-um escravo do pecado e de Satanás. Posso me unir de coração com o apóstolo e reconhecer: "Pela graça de Deus, eu sou o que sou".
Por John NewtonDaniel, DN, 4:23, Quanto ao vigilante ou santo que o rei viu, que descia do céu e que dizia: ´Cortem e destruam a árvore, mas deixem o toco com as raízes na terra, amarrado com correntes de ferro e de bronze, em meio à erva do campo; que esse toco seja molhado pelo orvalho do céu, e que a parte que lhe cabe seja com os animais selvagens, até que passem sobre ele sete tempos`,
Por Daniel, Antigo TestamentoO crescente interesse pela história da ciência e da técnica tem profundas motivações sociais e reflete claramente as necessidades de uma época como a nossa, na qual ciência e técnica assumem um papel muito importante no domínio das forças da natureza e da história em benefício de toda humanidade; uma época em que a participação cada vez mais ampla das massas na direção do trabalho produtivo e na vida social exige a formação de um conceito científico do mundo.
Por Bogdan SuchodolskiRomanos, RM, 13:4, pois a autoridade é ministro de Deus para o seu bem. Mas, se você fizer o mal, então tenha medo, porque não é sem motivo que a autoridade traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar quem pratica o mal.
Por Romanos, Novo TestamentoSei que te bastam minhas mãos. Nelas podes ler as linhas do destino mover as estações do ano, alinhavar em língua de espanto a vertigem das manhãs. Minhas mãos, poderosas mãos, tão grandes que tocam as nuvens, tão fortes que calam os lábios tão ligeiras que podem tudo. Tão delicadas, e tão rudes. Minhas mãos, escravas mãos, de tuas vontades e virtudes.
Por Claufe Rodrigues