Mais frases de Bruna Denise!

⁠às vezes caímos no fundo do poço e ficamos lá por um bom tempo. talvez tanto tempo que você até cresça enquanto tenta entender porque caiu ali. e você cresce e cresce e cresce um pouco de cada vez. quando se dá conta, você cresceu tanto que o poço ficou pequeno para você. agora você consegue apoiar as mãos nas bordas e se impulsionar para sair do poço. — cair em poços fundos faz a gente crescer. @amandakviatkovski

Por Amanda Kviatkovski

Marielle permanece viva e como um farol de esperança pelo mundo afora para as pessoas que acreditam profundamente na possibilidade da transformação racial no Brasil, nas Américas e por todo planeta. Ela não acreditava que o racismo estava destinado a ser uma característica permanente da sociedade, mesmo com o legado de 500 anos, ainda assim poderia ser abolido.

Por Angela Davis

⁠Sentimentos como explicar.... Sentir hoje o que você me ensinou é tão fácil, mas quando você não existia na minha vida era muito confuso, se alguém me dissesse que encontrou alguém do modo, da forma que a gente se encontrou eu diria “ você esta louco “ mas loucura hoje eu sei o que é, é o que eu sinto por você, loucura pra estar ao seu lado, loucura pra te ver, pra te sentir, pra te abraçar. Me chame como quiser de louco apaixonado, de bobo encantado, mas jamais duvide de um sentimento tão bom, tão perfeito, tão gostoso.. Você me ensinou que sentimento não é apenas de desejo como eu imaginava, mas sim um sentimento sentido com a alma, o coração. Todos os meus pensamentos do dia me levam a você, de um simples abrir dos olhos ao mais lindo lugar que possamos imaginar, eu imagino estar com você, imagino você comigo, imagino o seu sorriso, que alias é o que me encanta mais a cada dia.. obrigado por existir, obrigado por ser você, e muito obrigado pela chance de entrar na sua vida. Te quero, te desejo, te vivo. Minha menina. FP

Por seriPodnanreF

⁠O que escrever sobre sentimentos quando não sentimos, como escrever sobre amor quando não amamos, como escrever de desejo se não há. FP

Por seriPodnanreF

⁠A menina mulher, que encanta meus dias com esse sorriso fácil, que me encanta com cada palavra, que me enlouquece com cada olhar. Te ter assim mesmo distante me faz sentir e ser algo que eu nunca tive, nunca fui, um sentimento tão lindo tão gostoso que me faz sentir, que mesmo não estando ao meu lado sinto você, sinto seu cheiro ouço sua voz sua respiração. O mais importante e mais gostoso sentimento que podemos ter na vida, você me mostrou, me ensinou, me faz ter. Te chamar de linda, especial, simpática e gentil... você deve estar cansada de ouvir, mas quero de verdade te chamar de minha, te fazer rir, te fazer chorar de emoções e alegrias, te amar. Obrigado por ser assim... simplesmente linda, simplesmente especial, simplesmente você.

Por seriPodnanreF

Eu Não Vivo Hoje Eu viverei amanhã? Bem, eu não posso afirmar Eu viverei amanhã? Bem, eu não posso afirmar Mas eu sei com certeza Eu não vivo hoje Nenhum sol atravessa minhas janelas Sinto como se vivesse no fundo de um túmulo Nenhum sol atravessa minhas janelas Sinto como se vivesse no fundo de um túmulo Quero que você se apresse e me execute Assim eu posso estar no meu caminho miserável (Bem), eu não vivo hoje Talvez amanhã, eu não posso dizer, mas Eu não vivo hoje É vergonhoso Desperdiçar seu tempo assim Existindo Bem, eu não vivo hoje Talvez amanhã Simplesmente não posso afirmar baby, mas Oh, eu não vivo hoje É vergonhoso Passar o tempo assim Existindo Yeah Oh Yeah Oh, não Yeah Oh, não existe vida em lugar algum uh-ha, (tosse)-hmm, (fungada) Desce, cara Você é experiente? (palmas) Experimentado (palmas) Experimentado Uh, experimentado (palmas) Uh, experimentado (palmas) Você é experiente?

Por Jimi Hendrix

"Todas nós temos anseio pelo que é selvagem. Existem poucos antídotos aceitos por nossa cultura para esse desejo ardente. Ensinaram-nos a ter vergonha desse tipo de aspiração. Deixamos crescer o cabelo e o usamos para esconder nossos sentimentos. No entanto, o espectro da Mulher Selvagem ainda nos espreita de dia e de noite. Não importa onde estejamos, a sombra que corre atrás de nós tem decididamente quatro patas."

Por Clarissa Pinkola Estés

Fico perplexa com o fato de as mulheres hoje em dia chorarem tão pouco e, quando o fazem procuram justificativas. Fico preocupada quando a vergonha ou desabito começam a eliminar uma função natural. Ser uma árvore florida e estar cheia de seiva é essencial, se não você pode se quebrar. Chorar faz bem, e é certo. Chorar não cura o dilema, mas permite que o processo continue em vez de entrar em colapso.

Por Clarissa Pinkola Estés

O direito ao delírio O novo milênio já está nascendo. Não dá para levar o assunto muito a sério: afinal, é o ano 2001 para os cristãos, ano 1379 para os muçulmanos, 5114 para os maias e 5762 para os judeus. O novo milênio nasce em 1º de janeiro pela obra e graça de um capricho dos senadores do Império Romano, que certo dia decidiram quebrar a tradição que ordenava celebrar o ano novo no início da primavera. E a contagem dos anos da era cristã vem de outro capricho: certo dia, o Papa de Roma decidiu marcar uma data para o nascimento de Jesus, embora ninguém saiba quando Jesus nasceu. O tempo burla os limites que inventamos para acreditar que ele nos obedece; mas o mundo inteiro celebra e teme essa fronteira. Um convite ao voo Milênio vai, milênio vem, a ocasião é propícia para que os oradores de inflamado verbo discursem sobre os destinos da humanidade e para que os porta vozes da ira de Deus anunciem o fim do mundo e o aniquilamento geral, enquanto o tempo, de boca fechada, continua sua caminhada ao longo da eternidade e do mistério. Verdade seja dita, não há quem resista: numa data assim, por arbitrária que seja, qualquer um sente a tentação de perguntar-se como será o tempo que será. E vá-se lá saber como será. Temos uma única certeza: no século 21, se ainda estivermos aqui, todos nós seremos gente do século passado e , pior ainda, do milênio passado. Embora não possamos adivinhar o tempo que será, temos, sim, o direito de imaginar o que queremos que seja. Em 1948 e em 1976, as Nações Unidas proclamaram extensas listas de direitos humanos, mas a imensa maioria da humanidade só tem o direito de ver, ouvir e calar. Que tal começarmos a exercer o jamais proclamado direito de sonhar? Que tal delirarmos um pouquinho? Vamos fixar o olhar num ponto além da infâmia para adivinhar outro mundo possível: O ar estará mais limpo de todo o veneno que Não provenha dos medos humanos e das humanas paixões. Nas ruas, os carros serão esmagados pelos cães. As pessoas não serão dirigidas pelos carros Nem serão programadas pelo computador. Nem serão compradas pelos supermercados Nem serão assistidas pela TV, A TV deixará de ser o membro mais importante da família, Será tratada como um ferro de passar roupa Ou uma máquina de lavar. Será incorporado aos códigos penais O crime da estupidez para aqueles que a cometem Por viver só para ter o que ganhar Ao invés de viver simplesmente Como canta o pássaro em saber que canta E como brinca a criança sem saber que brinca. Em nenhum país serão presos os jovens Que se recusem ao serviço militar Senão aqueles que queiram servi-lo. Ninguém viverá para trabalhar. Mas todos trabalharemos para viver. Os economistas não chamarão mais De nível de vida o nível de consumo E nem chamarão a qualidade de vida A quantidade de coisas. Os cozinheiros não mais acreditarão que as lagostas gostam de ser fervidas vivas. Os historiadores não acreditarão que os países adoram ser invadidos. Os políticos não acreditarão que os pobres Se encantam em comer promessas. A solenidade deixará de acreditar que é uma virtude, E ninguém, ninguém levará a sério alguém que não seja capaz de rir de si mesmo. A morte e o dinheiro perderão seus mágicos poderes E nem por falecimento e nem por fortuna Se tornará o canalha em virtuoso cavalheiro. A comida não será uma mercadoria Nem a comunicação um negócio Porque a comida e a comunicação são direitos humanos. Ninguém morrerá de fome Porque ninguém morrerá de indigestão. As crianças de rua não serão tratadas como se fossem lixo Porque não existirão crianças de rua. As crianças ricas não serão como se fossem dinheiro Porque não haverá crianças ricas. A educação não será privilégio daqueles que podem pagá-la E a polícia não será a maldição daqueles que podem comprá-la A justiça e a liberdade, irmãs siamesas Condenadas a viver separadas Voltarão a juntar-se, bem agarradinhas, Costas com costas. Na Argentina, as loucas da Praça de Mayo Serão um exemplo de saúde mental Porque elas se negaram a esquecer Os tempos da amnésia obrigatória. A Santa Madre Igreja corrigirá Algumas erratas das Taboas de Moisés, E o sexto mandamento mandará festejar o corpo. A Igreja ditará outro mandamento que Deus havia esquecido: “Amarás a natureza, da qual fazes parte” Serão reflorestados os desertos do mundo E os desertos da alma Os desesperados serão esperados E os perdidos serão encontrados Porque eles são os que se desesperaram por muito esperar E eles se perderam por tanto buscar. Seremos compatriotas e contemporâneos De todos o que tenham A vontade de beleza e vontade de justiça Tenham nascido quando tenham nascido Tenham vivido onde tenham vivido Sem importarem nem um pouquinho As fronteiras do mapa e do tempo. Seremos imperfeitos Porque a perfeição continuará sendo o aborrecido privilégios dos deuses Mas neste mundo, trapalhão e fodido, Seremos capazes De viver cada dia como se fosse o primeiro E cada noite como se fosse a última.

Por Eduardo Galeano

⁠Pensas que eu sou um caso isolado Não sou o único a olhar o céu A ver os sonhos partirem À espera que algo aconteça A despejar a minha raiva A viver as emoções A desejar o que não tive Agarrado ás tentações E quando as nuvens partirem O céu azul ficará E quando as trevas abrirem Vais ver, o Sol brilhará

Por Letra de música adaptada: "Não Sou o Único" Xutos Pontapés