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A cólera prejudica o sossego da vida e a saúde do corpo, ofusca o julgamento e cega a razão.
Por Denis DiderotEu não estava planejando o meu futuro, porque não achava que tivesse um. Mas não pensar no amanhã é tão ruim quanto ficar preso no ontem.
Por C. C. Hunter"A vida no seu vai e vem infinito, no eterno balançar da ondas, traz e leva tudo. Nas lembranças, vão somando só as melhores partes. Quem decide ser feliz, já é! Quem não sabe dizer, nunca será.... Não existem rascunhos, nenhuma anotação a seguir. Por isso, a opção melhor é: instinto! Faça sempre o melhor, seja o melhor, para você e para os outros. O retorno virá não pela compensação,mas pela certeza: Fiz e dei o melhor de mim. Eu sei!
Por Rô SmithII Reis, 2RS, 15:16, Saindo de Tirza, Menaém destruiu a cidade de Tifsa e todos os seus moradores, bem como toda aquela região. Porque não abriram o portão da cidade, ele a devastou. Até rasgou o ventre de todas as mulheres grávidas.
Por II Reis, Antigo TestamentoEu não gostava da forma como ele me fazia sentir quando estava tão perto. (...) Não queria que ele mexesse comigo daquele jeito. De jeito nenhum.
Por Belo DesastreEsta é uma confissão de amor: amo a língua portuguesa. Ela não é fácil. Não é maleável. E, como não foi profundamente trabalhada pelo pensamento, a sua tendência é a de não ter sutilezas e de reagir às vezes com um verdadeiro pontapé contra os que temerariamente ousam transformá-la numa linguagem de sentimento e de alerteza. E de amor. A língua portuguesa é um verdadeiro desafio para quem escreve. Sobretudo para quem escreve tirando das coisas e das pessoas a primeira capa de superficialismo. Às vezes ela reage diante de um pensamento mais complicado. Às vezes se assusta com o imprevisível de uma frase. Eu gosto de manejá-la – como gostava de estar montada num cavalo e guiá-lo pelas rédeas, às vezes lentamente, às vezes a galope. Eu queria que a língua portuguesa chegasse ao máximo nas minhas mãos. E este desejo todos os que escrevem têm. Um Camões e outros iguais não bastaram para nos dar para sempre uma herança de língua já feita. Todos nós que escrevemos estamos fazendo do túmulo do pensamento alguma coisa que lhe dê vida. Essas dificuldades, nós as temos. Mas não falei do encantamento de lidar com uma língua que não foi aprofundada. O que recebi de herança não me chega. Se eu fosse muda, e também não pudesse escrever, e me perguntassem a que língua eu queria pertencer, eu diria: inglês, que é preciso e belo. Mas como não nasci muda e pude escrever, tornou-se absolutamente claro para mim que eu queria mesmo era escrever em português. Eu até queda não ter aprendido outras línguas: só para que a minha abordagem do português fosse virgem e límpida.
Por Clarice Lispector"Nosso relacionamento não é de anjo. O amor humano pede o peso do corpo, o gosto dos lábios, a pálpebra piscando."
Por Italo Marsili