Mais frases de Ian Curtis!

Saudade é o que fica quando você vai. Incertos momentos demos tão certo. Se você não consegue virar a página, troque o livro. Existem tantas histórias interessantes esperando para serem lidas, esperando para serem lindas. Ah, se a gente morasse de saudade! Quando eu morro de saudade, reencarno em você. — com Dunalva Moreira da Mota e Laís Cullen. E quando eu espero você parece que eu expiro você e que você me inspira também até a garganta dar um nós e a gente sufocar em paz. Esqueça as fronteiras, amar nunca foi um país. Não era amor porque não tinha pranto e era tanto porque não era amor. E amor é realmente tudo de que a gente precisa para tornar qualquer momento inesquecível." Fim: quando a nossa única perspectiva passa a ser esse ponto de fuga. a lua espera o sol na sala de star.

Por Eu me chamo Antônio

Achei que os seus olhos fossem grandes, mas a grandeza estava no amor que eu enxergava neles. As coisas são na ilusão.

Por Eu me chamo Antônio

Respira fundo: pela frente ainda tem Respira fundo: pela frente ainda tem muito mundo. reencontro você em outra despedida. Não era amor Era um sentimento muito mais bonito Um sentimento nascido no meio de um término Sem ter no mínimo tido tempo de ter se feito compreendido Ah, se todo amor fosse correspondido... Mas enfim, não era amor, era um sentimento muito mais bonito E as coisas precisam nascer de algum jeito Nem que seja para morrer, logo ali, no seu peito Nem que seja para renascer, bem aqui, por respeito Ou se esconder em nós até que um de nós resolva se desatar Em tantos Em tontos Em prantos E pronto: Estamos felizes novamente! Pra que chorar? Se nem a sua lágrima sabe por que cai Sem nem a sua mágoa sabe quem é seu pai Se nem a sua dor sabe por que ai! Se nem o seu passo sabe por que vai Gostava de você quando dávamos as mãos E andávamos bêbados pelos becos Gostava de você quando eu soltava a sua mão Para escrever: não era amor E você soltava da minha Para completar: era um sentimento muito mais bonito E a gente ria. E não se amava. Éramos muito mais bonitos. Na falta do que fazer, fizemos saudade. coração não faz sentido nem bate continência.

Por Eu me chamo Antônio

Você seria mais feliz se sorrisse com a sua alegria? Se não dependesse da minha boca para gritar eu te amo, gargalhar eu te amo, soluçar eu te amo, deixar eu te amo ecoar pelos quatro prantos do mundo? Você seria mais feliz se não precisasse dos meus dentes para arrancar sua dor, se não dependesse dos meus versos para acalmar a folha em pranto, se não precisasse dos meus dedos para fincar sua alegria nesses lábios finos, e deixar as lágrimas engrossarem pros lábios de lá? Lágrimas Lágrimas Lágrimas Lágrimas Lágrimas, Eu seria mais fraco ou talvez menos franco se aceitasse o seu amor como amor e não como pranto. Você nunca me amou. Nunca. “Nunca diga nunca” nunca funcionou. Não funciona para quem vive de poesia. Eu acredito no impossível e nessas coisas que você chama de milagre. Eu sobrevivi a vários milagres: suportar tua ausência é um milagre, secar mil lágrimas é um milagre, viver de poesia é um milagre, um poeta é um milagre, o amor… não! Amor é acontecimento: é o que sobra depois de todo esquecimento. Queria que ele coubesse no que eu vejo em você. Queria que ele soubesse que eu acredito em você. E que você sorrisse todas as manhãs como se quisesse me encontrar todas as noites; e à tardinha também. Dizer que me ama ao som de Jorge Ben, jurar que me quer ao ler Baudelaire. E não só risse para afastar o desespero. E não sorrisse para fingir que o amor te alegra. E não sumisse por temer o que te espera. E assumisse que o que já fomos, já era. E na mesmice dos nossos desencontros, eu me encontro completamente indiferente ao que você sente… Em vão… Em vão… Em vão… Pra onde vão os nossos silêncios quando deixamos de dizer o que sentimos? Queria que você se sentisse divinamente desumana e um pouco menos culpada. E não fumasse só por se achar bonita em uma fotografia em preto e branco. Eu prefiro encontrá-la mil vezes no desespero de quem ri sozinho em medo e pranto; e amá-la, assim, para sempre e tanto.

Por Eu me chamo Antônio

Preferi pensar em você como se fosse inalcançável. Como as estrelas do cinema, mudo, antigo. O cinema de hoje não tem nenhum apego. As divas são todas iguais: produzidas, facilmente recicláveis. A beleza natural morreu. Mas você sobrevive. É atemporal. É bonita agora, brilharia nos anos 70 dedilhando o solo de Stairway To Heaven em uma guitarra imaginária, teria um charme único na década de 20 lendo as notícias sobre as consequências da Primeira Guerra, e seria sem dúvida a mais bela descoberta do Renascimento, no século XV, ou daqui a 100 anos, (na lua?), onde ainda nem sequer existe padrão estético para defini-la. Preferi pensar em você como se fosse inalcançável; só assim posso me distanciar sem doer de qualquer coração em qualquer época, em qualquer tempo, sem qualquer medo. O esquecimento forçado e a lembrança calejada também são atemporais. “Se você estiver ocupado demais para me ligar, eu vou entender. Se você não tiver tempo para me mandar mensagens, eu vou entender. Se você tiver fazendo algo mais importante e não puder me ver, eu vou entender. Se você fingir que não está nem ai pros meus sentimentos e continuar me ignorando, eu vou entender. Se você continuar desperdiçando seu tempo de vida com coisas fúteis, eu vou entender. Mas se eu parar de te procurar, aí é a sua vez de me entender.”

Por Eu me chamo Antônio

Ontem, ouvi o mundo desabar e você estava nele. Magnífica, imensamente magnífica, feito uma águia que cruza pela primeira vez a primavera dos céus de Paris. Exuberante, imensamente exuberante. E esperançosa. Sim, imensamente esperançosa. Quem ama (ou voa) sempre encontra uma sobra de esperança que cobra nossas atitudes e cobre os nossos medos com lençóis abençoados de coragem. Eu ainda espero as suas sobras de esperança e coragem. Somos imbecis, meu amor. Dois belíssimos imbecis vagando por este mundo que desaba, interpretando os sinais vitais e os eteceteras e tais que a vida nos dá: o amor, por exemplo. Nos escombros, seus ombros feridos ainda me dão aquela esperança. Sim, aquela magnífica e corajosa esperança. Paris, em ruínas, continua iluminada. Às vezes, o destino dá um nó(s). É aí que os nossos caminhos se cruzam.

Por Eu me chamo Antônio

II Reis, 2RS, 12:8, Os sacerdotes concordaram em não mais receber dinheiro do povo e concordaram também que não ficariam encarregados de reparar os estragos do templo.

Por II Reis, Antigo Testamento

Isaías, IS, 28:7, Mas há outros que cambaleiam por causa do vinho e não podem ficar em pé por causa da bebida forte: os sacerdotes e os profetas. Cambaleiam por causa da bebida forte, são vencidos pelo vinho, não podem ficar em pé por causa da bebida forte; estão confusos quando recebem uma visão, tropeçam quando proferem sentenças.

Por Isaías, Antigo Testamento

Isaías, IS, 65:9, Farei sair de Jacó descendência e de Judá, um herdeiro que possua os meus montes. Os meus eleitos herdarão a terra, e os meus servos habitarão nela.

Por Isaías, Antigo Testamento

Isaías, IS, 41:4, Quem fez e executou tudo isso? Aquele que desde o princípio tem chamado as gerações à existência, eu, o Senhor, o primeiro, e aquele que estará com os últimos; eu mesmo.`

Por Isaías, Antigo Testamento