Veja outros textos inspiradores!

As bombas podem matar os famintos, os doentes, os ignorantes, mas não podem matar a fome, as doenças, a ignorância.

Por Fidel Castro

O poder faz com que nos aproximemos. A impotência faz com que recuemos.

Por Amy Cuddy

O problema crucial é o seguinte: a filosofia aspira à verdade total, que o mundo não quer.

Por Karl Jaspers

Não há o que lamentar quando chega o fim do dia Se despede da sua dor Diz adeus à sua alegria.

Por Arnaldo Antunes

⁠Para ela, as palavras eram coisas belas, cada uma como um pó ou uma poção mágica que poderia ser combinada a outras palavras para criar feitiços poderosos.

Por Dean Koontz

⁠Fé é isso: caminhar sem saber como... mas sabendo com Quem.

Por Janice F. Rocha

Há um limite para a quantidade de desgraça e desordem que você vai aguentar por amor, assim como há um limite para a quantidade de bagunça que você pode tolerar dentro de casa. Não é possível saber o limite de antemão, mas você saberá quando atingi-lo.

Por Alice Munro

Se minha mente não pode ser amarrada, se meus sonhos não podem ser diminuídos, nenhuma quantidade de restrições pode realmente garantir minha submissão silenciosa.

Por Deborah Feldman

Taxas bem planejadas são mais fortes do que um exército.

Por A Casa do Dragão (série)

O bambu chinês Depois de plantada a semente do bambu chinês, não se vê nada por aproximadamente 5 anos - exceto um diminuto broto. Todo o crescimento é subterrâneo; uma complexa estrutura de raiz, que se estende vertical e horizontalmente pela terra, está sendo construída. Então, ao final do 5º ano, o bambu chinês cresce até atingir a altura de 25 metros. Muitas coisas na vida pessoal e profissional são iguais ao bambu chinês. Você trabalha, investe tempo, esforço, faz tudo o que pode para nutrir seu crescimento e, às vezes, não vê nada por semanas, meses ou anos. Mas, se tiver paciência para continuar trabalhando, persistindo e nutrindo, o seu 5º ano chegará; com ele virão mudanças que você jamais esperava. Lembre-se que é preciso muita ousadia para chegar às alturas e, ao mesmo tempo, muita profundidade para agarrar-se ao chão.

Por Paulo Coelho