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E de mãos dadas, à beira da areia, Eles dançaram ao luar.
Havia um senhor em Berlim, Mais magro que o meu dedo mindim, Até que num dia errado, À massa ele foi misturado, Pelas doceiras que faziam quindim.
Era uma vez um velho e seu nariz que sempre advertia: “Se você me diz que o meu nariz é comprido, é porque vive iludido!”, O velho orgulhoso com seu nariz.
Havia uma moça cujo nariz comprido Chegava-lhe bem abaixo do umbigo; Contratou então uma criada, senhora bem-comportada, Para levar seu formidável nariz comprido.
Havia uma moleca em Creta, Cuja roupa não estava completa; Ela se enfiava num saco, Pintalgado de preto e branco, E a coquete virava um croquete.