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I Reis, 1RS, 2:1, Quando se aproximava o dia da morte de Davi, ele deu ordens a Salomão, seu filho, dizendo:
Por I Reis, Antigo TestamentoEzequiel, EZ, 45:15, De cada rebanho de duzentas cabeças, um cordeiro deverá ser tirado dos pastos ricos de Israel, para oferta de cereais, para holocausto e para sacrifício pacífico, para que façam expiação pelo povo, diz o Senhor Deus.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoTerias razão ,afinal pra não acreditar na grandeza do meu amor, se eu fosse capaz de traduzi-lo em palavras.
Por J. G. de Araújo JorgeEsta é a verdadeira liberdade: amar a si mesmo o suficiente para não se importar com o que os outros pensam.
Por Emiko JeanVim ao mundo sozinho, vou passar por ele sozinho e vou morrer sozinho. Então que se dane.
Por Camaleões (filme)Eclesiastes, EC, 4:10, Porque se caírem, um levanta o companheiro. Mas ai do que estiver só, pois, caindo, não haverá quem o levante.
Por Eclesiastes, Antigo TestamentoII Samuel, 2SM, 19:22, Porém Davi disse: - Que tenho eu a ver com vocês, filhos de Zeruia? Querem agora se tornar meus adversários? Morreria alguém hoje em Israel? Será que eu não sei que hoje novamente sou rei sobre Israel?
Por II Samuel, Antigo TestamentoEclesiastes, EC, 1:11, Já não há lembrança das coisas que se foram; e das coisas que ainda virão também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas.
Por Eclesiastes, Antigo TestamentoESSA NEGRA FULÔ Ora, se deu que chegou (isso já faz muito tempo) no banguê dum meu avô uma negra bonitinha chamada negra Fulô. Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô! Ó Fulô! (Era a fala da Sinhá) — Vai forrar a minha cama, pentear os meus cabelos, vem ajudar a tirar a minha roupa, Fulô! Essa negra Fulô! Essa negrinha Fulô ficou logo pra mucama, para vigiar a Sinhá pra engomar pro Sinhô! Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô! Ó Fulô! (Era a fala da Sinhá) vem me ajudar, ó Fulô, vem abanar o meu corpo que eu estou suada, Fulô! vem coçar minha coceira, vem me catar cafuné, vem balançar minha rede, vem me contar uma história, que eu estou com sono, Fulô! Essa negra Fulô! “Era um dia uma princesa que vivia num castelo que possuía um vestido com os peixinhos do mar. Entrou na perna dum pato saiu na perna dum pinto o Rei-Sinhô me mandou que vos contasse mais cinco.” Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô? Ó Fulô? Vai botar para dormir esses meninos, Fulô! “Minha mãe me penteou minha madrasta me enterrou pelos figos da figueira que o Sabiá beliscou.” Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Fulô? Ó Fulô? (Era a fala da Sinhá chamando a Negra Fulô.) Cadê meu frasco de cheiro que teu Sinhô me mandou? — Ah! foi você que roubou! Ah! foi você que roubou! O Sinhô foi ver a negra levar couro do feitor. A negra tirou a roupa. O Sinhô disse: Fulô! (A vista se escureceu que nem a negra Fulô.) Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô? Ó Fulô? Cadê meu lenço de rendas cadê meu cinto, meu broche, cadê meu terço de ouro que teu Sinhô me mandou? Ah! foi você que roubou. Ah! foi você que roubou. Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! O Sinhô foi açoitar sozinho a negra Fulô. A negra tirou a saia e tirou o cabeção, de dentro dele pulou nuinha a negra Fulô Essa negra Fulô! Essa negra Fulô! Ó Fulô? Ó Fulô? Cadê, cadê teu Sinhô que nosso Senhor me mandou? Ah! foi você que roubou, foi você, negra Fulô? Essa negra Fulô!
Por Jorge de LimaSalmos, SL, 104:8, Elevaram-se os montes, desceram os vales, até o lugar que lhes havias preparado.
Por Salmos, Antigo Testamento