Veja outros textos inspiradores!

Estrelas cadentes são a luzes que escapam quando Deus abre as portas do céu

Por Darker Than Black

I João, 1JO, 2:6, quem diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.

Por I João, Novo Testamento

Eterno é a flor que se fana se soube florir é o meninno recém-nascido antes que lhe deem nome e lhe comuniquem o sentimento do efêmero é o gesto de enlaçar e beijar na visita do amor às almas eterno é tudo aquilo que vive uma fração de segundo mas com tamanha intensidade que se petrifica e nenhuma força [o resgata.

Por Carlos Drummond de Andrade

Não se trata sobre o que disseram, mas quem disse.

Por Provérbio Chinês

APIPUCOS Sonhei caminhando num arco-íris Onde pareciam milhões As suas sete cores... Era um arco-íris modesto Enfeitado com árvores e flores Plantadas na praça e nas calçadas Onde passarinhos diversos Orquestravam a trilha sonora Em acordes que lembravam versos Com direito ao sol das sete horas E a doce sombra de outrora Mas quando acordara do sonho Notei que sonhara acordado Um sonho mimado Que nascera naquele mesmo instante Do encantamento de minhas visões Mas eu não estava maluco Eu estava em Apipucos Deslumbrado com a alma das cores... De seus ilustres casarões.

Por Bruno Bezerra

eles nos dizem mais uma & mais uma & mais uma vez que as mulheres precisam ficar pequenas/ finas/ muito magras/ diminutas. assim somos facilmente colocadas no bolso

Por Amanda Lovelace

Esdras, ED, 2:1, Estes são os filhos da província que voltaram do cativeiro, do meio dos exilados que Nabucodonosor, rei da Babilônia, tinha levado para lá. Eles voltaram para Jerusalém e para Judá, cada um para a sua cidade,

Por Esdras, Antigo Testamento

Gênesis, GN, 26:4, Multiplicarei a sua descendência como as estrelas dos céus e a ela darei todas estas terras. Na sua descendência serão benditas todas as nações da terra,

Por Gênesis, Antigo Testamento

Não vou pedir que não chorem, pois nem todas as lagrimas são um mal.

Por Gandalf

É simples a separação. Adeus. Desenlaçado o último abraço, uma pressa de dar contas um ao outro. Já não há gestos. O derradeiro (impossível) seria não desfazer o abraço. Pressa de cada um retomar o outro na teia lenta da remembrança. Não desfazer o abraço. Ficar face encostada ao niagara dos cabelos. Sobram fotografias, voz no gravador, um bilhete na caixa do correio. Sobra o telefone. Tensão - telefone. Experimentada. Sofrida. Tensão - telefone. Possibilidade de voz não póstuma. No gravador, voz de ontem, de anteontem. De há anos. Sobra o telefone. Mudo. Retininte? Sobrarão as cartas. Sobra a espera. Na teia lenta da remembrança, retomo-te em memória recente: na praia de ternura onde nos enrolámos e desenrolámos desesperados de separação. Sobra a separação.

Por Alexandre O'Neill