Mais frases de G. Ungaretti!

Ninguém consegue ser subversivo após uma feijoada.

Por Barbosa Lima Sobrinho

Um homem silencioso possui uma mente barulhenta. Um homem silencioso é um ser perigoso já que sempre pensa antes de agir.

Por C.s

⁠RIMA PEQUENA... Fascina-me a paixão de imposição serena sensações quinhoadas são as mais bonitas esboçada na emoção ... - tão mais infinitas um desejo cercado de terna ventura plena Como a satisfação de uma desejada cena as sinas de amar, por certo, são escritas nas estrelas, porém, são sortes benditas do idear, onde o querer é vontade amena Me prestaria tudo, assim, humildemente a paixão livre do que uma falta condena pra ter-te afinal no meu poetar presente E, não te ter fosse, então, a minha pena ter-te no silêncio seria dor eternamente duma poesia carente e de rima pequena © Luciano Spagnol - poeta do cerrado Araguari, MG – 12/08/2021, 09’58”

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

As melhores mentes da minha geração estão pensando em como fazer as pessoas clicarem em anúncios.

Por Jeff Hammerbacher

Se a inteligência fizer perder o caráter, que vá para o diabo e viva o instinto!

Por Claude Mac Kay

⁠Acostumar-se é se perder.  A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro. A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo. A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão. Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado. A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão. Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado. A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo. E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.

Por Vicky Forgiarini Vargas

O difícil nós fazemos agora, o impossível leva um pouco mais de tempo.

Por Charles Alexandre de Calonne

O sucesso é uma viagem, não um ponto de destino.

Por Bem Sweetland

Uma aventura só por si já tem valor.

Por Amelia Earhart

⁠ENCANTO Se eu fosse uma prosa, eu te prosaria Entre muitas, a de que te desejo tanto Nesses versos seria o poético encanto A beleza, sensação versada na poesia Que és na composição amor e alegria Não nego! pois, tem sedução no canto A cadência que ao coração satisfazia Gosto, toque, aquele possível recanto E, se eu pudesse sem qualquer segredo Recitaria: - em um sussurro profundo: - como eu gosto de você. És meu ledo! Te versaria, se pudesse, num segundo Muito mais, o que não pouca é enredo Inspiração, paixão, maior do mundo! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 27, agosto, 2021, 14’44’ - Araguari, MG

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL