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Lucas, LC, 1:27, a uma virgem que estava comprometida a casar com um homem da casa de Davi, cujo nome era José. A virgem se chamava Maria.
Por Lucas, Novo TestamentoJeremias, JR, 2:34, Nas bordas das suas roupas se achou também o sangue de pobres e inocentes, que não foram surpreendidos no ato de roubar. Apesar de todas estas coisas,
Por Jeremias, Antigo TestamentoIsaías, IS, 26:12, Senhor, concede-nos a paz, porque todas as nossas obras tu as fazes por nós.
Por Isaías, Antigo TestamentoZacarias, ZC, 12:14, Todas as outras famílias prantearão, cada família à parte, e suas mulheres à parte.
Por Zacarias, Antigo TestamentoNao creio em números, nao creio na palavra tudo e nem na palavra nada. São três afirmações exatas e imóveis: o mundo está sempre dando voltas.
Por Provérbio ChinêsComo dizer as coisas certas Há alguns meses eu estava almoçando no México, e uma amiga – Cristina Belloni – fez um comentário: - “Acho que Deus não me escuta mais, porque vivo enchendo a paciência dele”. Todos os que estavam na mesa, riram. De minha parte, acho que Deus escuta sempre, não importa quantas vezes pedimos alguma coisa. Entretanto, o comentário de Cristina me fez lembrar uma história, narrada pelo jesuíta Anthony de Mello em seu livro “O Enigma do Iluminado”: A história dos dois videntes Pressentindo que seu país em breve iria mergulhar numa guerra civil, o sultão chamou um dos seus melhores videntes, e perguntou-lhe quanto tempo ainda lhe restava viver. - “Meu adorado mestre, o senhor viverá o bastante para ver todos os seus filhos mortos”. Num acesso de fúria, o sultão mandou imediatamente enforcar aquele que proferira palavras tão aterradoras. Então, a guerra civil era realmente uma ameaça! Desesperado, chamou um segundo vidente. - “Quanto tempo viverei”? – perguntou, procurando saber se ainda seria capaz de controlar uma situação potencialmente explosiva. - “Senhor, Deus lhe concedeu uma vida tão longa, que ultrapassará a geração dos seus filhos, e chegará a geração dos seus netos”. Agradecido, o sultão mandou recompensá-lo com ouro e prata. Ao sair do palácio, um conselheiro comentou com o vidente: - Você disse a mesma coisa que o adivinho anterior. Entretanto, o primeiro foi executado, e você recebeu recompensas. Por quê? - Porque o segredo não está no que você diz, mas na maneira como diz. Sempre que precisar disparar a flecha da verdade, não esqueça de antes molhar sua ponta num vaso de mel.
Por Paulo Coelho