Mais frases de Cleiton Santana!

Sua raiva dizia muito das dores da alma – e sobre estas ela não falou –, aquelas que demoram a curar, as que no meio das lembranças precisamos afastar com um gesto de negação para que não se abata sobre nós o desânimo.

Por Itamar Vieira Júnior

Querem proteger os poderosos. Querem nos calar, nos retirar daqui a qualquer custo. Querem nos dobrar, mas não vergaremos.

Por Itamar Vieira Júnior

⁠O Poder Invisível do Perfume Para mim, os perfumes têm o poder de acolher. Trazem conforto, paz, bem-estar, boas memórias. Mas também podem despertar o oposto: aversão, antipatia, desconforto, mal-estar, dor de cabeça. Tudo isso apenas com a nossa presença — sem que as pessoas consigam, de fato, entender o porquê. Elas apenas sentem. Reagem. O perfume aproxima. Ou afasta. Involuntariamente. E às vezes, tudo começa com a escolha de um perfume. O perfume tem o poder de abraçar por dentro de um abraço, de nos tornar desejáveis, inesquecíveis. Tem cheiros que despertam vontade de morder. Outros que fazem a gente querer ficar ali... no silêncio do afeto, no calor da pele, na paz daquele instante. Tem perfume que acalma, que traz leveza. Tem perfume que acende — nos coloca em chamas, em desejo, em urgência. E sim, tem perfume que desperta euforia, fúria, desprezo, rejeição, ânsia, asco. Por isso, a escolha do nosso perfume precisa ser cuidadosa. Porque mais do que um aroma, ele é extensão da alma. É presença que fica, mesmo quando a gente vai.

Por Jorgeane borges

É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas.

Por O Pequeno Príncipe

Acredito que, em última análise, a função do líder é espalhar esperança.

Por Bob Galvin

A arte é a assinatura da civilização.

Por Beverly Sills

Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor.

Por Vladimir Maiakóvski

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski

...nenhum som me importa afora o som do teu nome que eu adoro. E não me lançarei no abismo, e não beberei veneno, e não poderei apertar na têmpora o gatilho. Afora o teu olhar nenhuma lâmina me atrai com seu brilho

Por Vladimir Maiakóvski

Ele parecia tão perdido, tão emotivo, tão solitário. Eu queria que ele me beijasse agora. Eu queria que ele soubesse que eu era sua por toda a eternidade.

Por Ellen Schreiber