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Alex estava sozinha, e a única coisa que ela ainda tinha era a liberdade de seguir a narrativa que mais lhe convinha.
Acho melhor seguirmos caminhos separados e que esses caminhos nunca mais se cruzem.
É como comer tudo que está no seu prato porque você acha que alguém não passará fome se você não estiver faminto. Você não está ajudando a ninguém a não ser você mesmo.
Mas mais uma vez, ela olhou por cima do ombro e viu que não havia ninguém.