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Salmos, SL, 84:4, Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvam-te perpetuamente.
Por Salmos, Antigo TestamentoPeças de madeira em pau-marfim A linha dos olhos faz flechas da cor de futuros As mãos formam conchas de pegar contentamentos Os pés são grandes como as telas holandesas realistas O corpo inteiro é um tabuleiro de jogar jogos de azar As costas quadriculadas As coxas quadriculadas A boca quadriculada Onde eu me finjo de dama
Por Ana Elisa RibeiroO homem humilde aceita que se lhe diga a verdade. Ele crê que em sua natureza caída não habita bem nenhum. Reconhece que, separado de Deus, não é nada, não tem nada, não sabe nada, nem pode fazer nada. Mas esse conhecimento não o desanima, porque também sabe que, em Cristo, ele é alguém. Sabe que para Deus ele é mais precioso que a menina dos seus olhos, e que pode todas as coisas por meio de Cristo, que o fortalece; ou seja, pode fazer tudo o que está dentro da vontade de Deus que ele faça.
Por A. W. TozerAtos, AT, 2:12, Todos, atônitos e perplexos, perguntavam uns aos outros: - O que será que isso quer dizer?
Por Atos, Novo TestamentoII Reis, 2RS, 5:8, Mas, quando Eliseu, homem de Deus, ouviu que o rei de Israel havia rasgado as suas roupas, mandou dizer ao rei: - Por que o senhor rasgou as suas roupas? Deixe-o vir a mim, e ele saberá que há profeta em Israel.
Por II Reis, Antigo TestamentoSomente uma coisa me fascina: aquela em virtude da qual me sinto livre na sujeição, contente no sofrimento, rico na indigência e vivo na morte. Aquela em virtude da qual não invejo os que são servos na liberdade, sofrem no prazer, são pobres nas riquezas e mortos em vida, porque trazem no próprio corpo os grilhões que os prendem, no espírito o inferno que os oprime, na alma o erro que os debilita, na mente o letargo que os mata.
Por Giordano BrunoUm grande amor Está tudo terminado Agora vai, siga o seu caminho Busque outro, deixa o passado Não volte a me sangrar no espinho Da dor, da desilusão, do rancor Atira seu destino em outros mares Outros olhares Não recues desta batalha Não me dispa desta mortalha Deixe o afeto forrar a minha cama Com a qual a razão me chama Desenhando rabiscos de emoção Pois, existe mais em outra dimensão Quero estar longe deste abismo De ter que encarar o cinismo De ser singular na paixão Quero par na emoção Quero harmonia no coração Desejos na relação Enfim, assertor... De um grande amor! © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 14/10/2010, 11’19” - Rio de Janeiro, RJ Laranjeiras
Por poeta do cerrado - Luciano Spagnol