Mais frases de J. D. Salinger!

It was that kind of a crazy afternoon, terrifically cold, and no sun out or anything, and you felt like you were disappearing every time you crossed a road.

Por J. D. Salinger

Pomba, só porque uma pessoa morreu não quer dizer que a gente tem que deixar de gostar dela... Principalmente se era mil vezes melhor do que as pessoas que a gente conhece e que estão vivas e tudo.

Por J. D. Salinger

Estou sempre dizendo: "Muito prazer em conhecê-lo" pra alguém que nao tenho nenhum prazer em conhecer. Mas a gente tem que fazer essas coisas pra seguir vivendo.

Por J. D. Salinger

A característica do homem imaturo é aspirar morrer nobremente por uma causa, enquanto que a do homem maduro é querer viver humildemente por uma causa.

Por J. D. Salinger

Não se deve brincar com certas pessoas, mesmo que elas mereçam.

Por J. D. Salinger

As pessoas sempre batem palmas pelas coisas erradas.

Por J. D. Salinger

O homem imaturo é aquele que quer morrer gloriosamente por uma causa. O homem maduro contenta-se em viver humildemente por ela.

Por J. D. Salinger

É engraçado. Tudo que você tem que fazer é dizer algo que ninguém entende e eles vão fazer praticamente qualquer coisa que você quer.

Por J. D. Salinger

O que realmente me impressiona é um livro que, quando você acaba de lê-lo, você deseja que o autor que o escreveu fosse um amigo incrível seu e que você pudesse ligar pra ele quando sentisse vontade.

Por J. D. Salinger

Fico imaginando uma porção de garotinhos brincando de alguma coisa num baita campo de centeio e tudo. Milhares de garotinhos, e ninguém por perto - quer dizer, ninguém grande - a não ser eu. E eu fico na beirada de um precipício maluco. Sabe o quê que eu tenho de fazer? Tenho que agarrar todo mundo que vai cair no abismo. Quer dizer, se um deles começar a correr sem olhar onde está indo, eu tenho que aparecer de algum canto e agarrar o garoto. Só isso que eu ia fazer o dia todo. Ia ser só o apanhador no campo de centeio e tudo. Sei que é maluquice, mas é a única coisa que eu queria fazer.

Por J. D. Salinger