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Ninguém me conhece, e eu não gosto de quem sou aqui. Parece que não me reconheço desde que comecei a estudar aqui.
Viver plenamente é abraçar a vida a partir de um sentimento de amor-próprio. O que significa cultivar coragem, compaixão e vínculos suficientes para acordar de manhã e pensar: "Não importa o que eu fizer ou deixar de fazer hoje, eu tenho o meu valor." E ir para a cama à noite e dizer: "Sim, sou imperfeita, vulnerável e às vezes tenho medo, mas isso não muda a verdade de que também sou corajosa e merecedora de amor e aceitação."
Acho que a maioria das pessoas, até aquelas que querem ajudar, nem sempre conseguem compreender a situação dos outros.
Acho que o segredo é falar sobre aquilo que precisa de coragem para ser dito.