Veja outros textos inspiradores!

Isaías, IS, 42:23, Quem de vocês dará ouvidos a isto? Quem dará atenção e ouvirá o que há de ser depois?

Por Isaías, Antigo Testamento

⁠Acostumar-se é se perder.  A gente se acostuma a relacionamentos mornos, a conversas pela metade, a abraços sem aperto e a beijos sem presença. Se acostuma com a ausência dentro da presença. E porque não recebe afeto verdadeiro, logo aprende a não esperar muito. E, porque não espera, começa a se contentar com migalhas — e, nesse processo silencioso, desaprende a desejar o que é inteiro. A gente se acostuma a viver em apartamentos de fundos, com janelas que não dão para o horizonte. Se acostuma com a vista limitada — e, com o tempo, com o olhar limitado. E o mesmo acontece no amor: a gente se acostuma com quem não olha dentro da gente. E, quando ninguém mais vê a alma, a gente deixa de abrir as cortinas do próprio coração. E aí, se esquece do sol, do vento no rosto, do que é se sentir vivo. A gente se acostuma a acordar já cansado, a viver no automático, a não ter tempo nem para si, muito menos para o outro. O “bom dia” vira obrigação, o “te amo” vira rotina, e o toque vira cumprimento. E aí, sem perceber, nos tornamos estranhos dentro dos nossos próprios relacionamentos. Dormimos ao lado de alguém e, ainda assim, sentimos frio. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro por uma mensagem que não vem. A ouvir, com resignação, um “hoje não dá”, “estou ocupado”, “depois a gente vê”. A sorrir por educação, mesmo quando por dentro estamos implorando para sermos notados. A nos doar por inteiro, enquanto o outro só estende a mão. Nos acostumamos a pagar o preço do silêncio, da indiferença, da ausência de reciprocidade. A lutar para manter vínculos que já não se sustentam. A carregar sozinhos a responsabilidade por dois. A estar em relações onde há cobrança demais e escuta de menos. Amor condicionado, respeito negociado. A gente se acostuma com a falta: de carinho, de presença, de parceria, de verdade. A se perder em mensagens sem alma, em promessas vazias, em jantares silenciosos. E, por medo de ficar só, acaba aceitando o pouco — sem perceber que estar mal acompanhado também é solidão. Nos acostumamos à frieza das rotinas, aos relacionamentos rasos, às palavras automáticas, às celebrações sem afeto. A gente se distrai com a correria, com os compromissos, com o mundo lá fora — e esquece que o amor, sem presença, morre sufocado. A gente se acostuma porque dói menos. Porque dá medo recomeçar. Porque é mais fácil manter o que não machuca do que buscar o que de fato preenche. Vai aceitando, em pequenas doses, uma dor aqui, uma ausência ali, uma frustração acolá. Vai sobrevivendo ao lado de quem deveria ser vida. Vai se calando. Vai desistindo. Vai sumindo. E tudo isso para não sofrer. Para preservar o que resta de nós. Para evitar mais feridas, mais decepções, mais perdas. A gente se acostuma… para tentar poupar a vida. Mas, nesse processo de adaptação, a vida escorre. O amor esfria. A alma se encolhe. E, de tanto se acostumar, a gente se perde — do outro, do mundo, e principalmente de si.

Por Vicky Forgiarini Vargas

Mateus, MT, 15:2, - Por que os seus discípulos transgridem a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem.

Por Mateus, Novo Testamento

⁠Aqueles que pretendem descobrir tudo, mas não apresentam provas do mesmo, podem ser refutados como tendo realmente fingido descobrir o impossível.

Por Arquimedes

Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota.

Por Madre Teresa de Calcutá

⁠( 012 ) CANTIGA PARA LIANA Jenário de Fátima Um riso infinitamente puro, Na mais perfeita obra de Deus fez. Como o sol que cortando o escuro Vem clareando a terra em alva tez Você é qual a estrela sobre o muro Que mesmo em tão distante pequenez. Tem um pulsar constante mas seguro Igual o amor que vence a insensatez. Ó pequetita e doce LIANA Que vida que lhe chega venha plana E sempre seja tépido o seu ninho E que lhe cubra de força e coragem Pra superar agruras da viagem Que está no marco zero do caminho. Jenário de Fátima

Por Jenário de Fátima

Todos se foram. Não apenas a existência em si de cada um deles, mas tantas outras coisas foram também destruídas. Mais ainda não tinha acabado.

Por Koushun Takami

Ezequiel, EZ, 40:33, Também as suas câmaras, os seus pilares e os seus vestíbulos tinham as mesmas medidas dos outros. Havia também janelas ao redor dos seus vestíbulos; o comprimento era de vinte e cinco metros, e a largura, de doze metros e meio.

Por Ezequiel, Antigo Testamento

Sempre me senti isolado nessas reuniões sociais: o excesso de gente impede de ver as pessoas...

Por Mario Quintana

A ociosidade, a indiferença e a irresponsabilidade são respostas saudáveis ​​para o trabalho absurdo.

Por Frederick Herzberg