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"Uma porta é para abrir"

Por Katherine Applegate

Você deixou gravado o seu cheiro E agora ele não sai do travesseiro E o que é que eu vou fazer com essa saudade?

Por Filhos de Jorge

Jeremias, JR, 29:10, Assim diz o Senhor: ´Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vocês e cumprirei a promessa que fiz a vocês, trazendo-os de volta a este lugar.

Por Jeremias, Antigo Testamento

Os homens valentes falam pouco.

Por Henrique V

Êxodo, EX, 12:47, Toda a congregação de Israel o fará.

Por Êxodo, Antigo Testamento

Estava caminhando com dois amigos. O sol se pôs. De repente, o céu ficou vermelho como sangue, e senti algo como um toque de melancolia (...) Senti como se um grande grito infinito atravessasse a natureza.

Por Edvard Munch

Eu negocio informações, (...) as coisas que os homens fazem quando pensam que ninguém está olhando. A vergonha tem mais valor do que as moedas podem ter.

Por Leigh Bardugo

Hino ao crítico Da paixão de um cocheiro e de uma lavadeira Tagarela, nasceu um rebento raquítico. Filho não é bagulho, não se atira na lixeira. A mãe chorou e o batizou: crítico. O pai, recordando sua progenitura, Vivia a contestar os maternais direitos. Com tais boas maneiras e tal compostura Defendia o menino do pendor à sarjeta. Assim como o vigia cantava a cozinheira, A mãe cantava, a lavar calça e calção. Dela o garoto herdou o cheiro de sujeira E a arte de penetrar fácil e sem sabão. Quando cresceu, do tamanho de um bastão, Sardas na cara como um prato de cogumelos, Lançaram-no, com um leve golpe de joelho, À rua, para tornar-se um cidadão. Será preciso muito para ele sair da fralda? Um pedaço de pano, calças e um embornal. Com o nariz grácil como um vintém por lauda Ele cheirou o céu afável do jornal. E em certa propriedade um certo magnata Ouviu uma batida suavíssima na aldrava, E logo o crítico, da teta das palavras Ordenhou as calças, o pão e uma gravata. Já vestido e calçado, é fácil fazer pouco Dos jogos rebuscados dos jovens que pesquisam, E pensar: quanto a estes, ao menos, é preciso Mordiscar-lhes de leve os tornozelos loucos. Mas se se infiltra na rede jornalística Algo sobre a grandeza de Puchkin ou Dante, Parece que apodrece ante a nossa vista Um enorme lacaio, balofo e bajulante. Quando, por fim, no jubileu do centenário, Acordares em meio ao fumo funerário, Verás brilhar na cigarreira-souvenir o Seu nome em caixa alta, mais alvo do que um lírio. Escritores, há muitos. Juntem um milhar. E ergamos em Nice um asilo para os críticos. Vocês pensam que é mole viver a enxaguar A nossa roupa branca nos artigos?

Por Vladimir Maiakóvski

Ser corajoso (...) é uma oportunidade que mais cedo ou mais tarde se apresentará a todos nós.

Por John Kennedy

P⁠arecia que não importava o que eu fizesse, eu sempre decepcionava as pessoas. Comecei a pensar como a vida de todos estaria melhor sem mim.

Por Hannah Baker