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As pessoas precisam entender que eu não sou humorista, nunca me rotulei assim. Eu crio histórias, personagens, narro o que acho interessante. O humor que faço está nas histórias engraçadas que encontro.
Por Carlinhos MaiaTempo ao Tempo Você já percebeu que quando eu te vejo eu perco o chão, Que o simples fato de te ouvir me faz perder toda a razão, Quando você chega minha mão transpira Minha mente pira eu já nem sei o que fazer Já vi que esse lance tá ficando chato Pois até meus atos não consigo mais conter Não Ligo se você nem tá ligando Nem tampouco se importando, mesmo assim vou te dizer Ja dei tempo ao tempo Mas o tempo não me ajuda Se tento te esquecer Só faço te querer Ta no meu pensamento, sentimento que não muda To louco para te ver só quero amar voce...
Por Jorge e MateusEntão, o amor é uma prova: mas em que sentido? Com que finalidade? E quem se submete à prova? Mas acho que eu realmente acreditava que o amor tinha o imenso poder de trazer à luz tudo o que havia de bom em nós, de nos aprimorar e nos revelar a melhor versão de nós mesmos.
Por Ayobami AdebayoSalmos, SL, 13:3, Olha para mim e responde-me, Senhor, meu Deus! Ilumina os meus olhos, para que eu não durma o sono da morte;
Por Salmos, Antigo TestamentoComo Confúcio, estou tão absorvida pelo encanto que sinto pela terra e pela vida que a habita que não tenho tempo de pensar no paraíso nem nos anjos.
Por Pearl S. BuckII Reis, 2RS, 10:35, Jeú morreu e foi sepultado em Samaria. E Jeoacaz, seu filho, reinou em seu lugar.
Por II Reis, Antigo TestamentoO garoto vai combater um extraterrestre, sei lá, um cara do outro mundo, o cara vai com um estilingue? Não tinha um adulto consciente pra botar uma pistola na mão dessa criança? (Julinho)
Por Choque de CulturaProcuro nas coisas vagas Ciência! Eu movo dezenas de músculos Para sorrir... Nos poros a contrair Nas pétalas do jasmim Com a brisa que vem roçar Da outra margem do mar... Procuro na paisagem Cadência! Os átomos coreografam A grama do chão... Na pele braile prá ler Na superfície de mim Milímetros de prazer Quilômetros de paixão... Vem pr'esse mundo Deus quer nascer Há algo invisível e encantado Entre eu e você E a alma aproveita prá ser A matéria e viver... Procuro nas coisas vagas Ciência! Eu movo dezenas de músculos Para sorrir... Nos poros a contrair Nas pétalas do jasmim Com a brisa que vem roçar Da outra margem do mar... Procuro na paisagem Cadência! Os átomos coreografam A grama do chão... Na pele braile prá ler Na superfície de mim Milímetros de prazer Quilômetros de paixão... Vem pr'esse mundo Deus quer nascer Há algo invisível e encantado Entre eu e você... Vem pr'esse mundo Deus quer nascer Que a alma aproveita prá ser A matéria e viver Que a alma aproveita prá ser A matéria e viver Que a alma aproveita prá Viver! Que a alma aproveita prá ser A matéria e viver...
Por Marisa MonteEu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção. Eu nunca respeitei sua banalidade, nunca entendi como podia ser tão escrava de uma vida que não me dizia nada, não me aquietava em nada, não me preenchia, não me planejava, não me findava. Nós éramos sem começo, sem meio, sem fim, sem solução, sem motivo. (...) Não sinto saudades do seu amor, ele nunca existiu, nem sei que cara ele teria, nem sei que cheiro ele teria. Não existe morte para o que nunca nasceu. (...) Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo. Sinto falta da perdição involuntária que era congelar na sua presença tão insignificante. Era a vida se mostrando mais poderosa do que eu e minhas listas de certo e errado. Era a natureza me provando ser mais óbvia do que todas as minhas crenças. Eu não mandava no que sentia por você, eu não aceitava, não queria e, ainda assim, era inundada diariamente por uma vida trezentas vezes maior que a minha. Eu te amava por causa da vida e não por minha causa. E isso era lindo. Você era lindo. Simplesmente isso. Você, uma pessoa sem poesia, sem dor, sem assunto para agüentar o silêncio, sem alma para agüentar apenas a nossa presença, sem tempo para que o tempo parasse. Você, a pessoa que eu ainda vejo passando no corredor e me levando embora, responsável por todas as minhas manhãs sem esperança, noites sem aconchego, tardes sem beleza. (...) sinto falta de quando a imensa distância ainda me deixava te ver do outro lado da rua, passando apressado com seus ombros perfeitos. Sinto falta de lembrar que você me via tanto, que preferia fazer que não via nada. Sinta falta da sua tristeza, disfarçada em arrogância, de não dar conta, de não ter nem amor, nem vida, nem saco, nem músculos, nem medo, nem alma suficientes para me reter. Prometi não tentar entender e apenas sentir, sentir mais uma vez, sentir apenas a falta de lamber suas coxas, a pele lisa, o joelho, a nuca, o umbigo, a virilha, as sujeiras. Sinto falta do mistério que era amar a última pessoa do mundo que eu amaria.
Por Tati Bernardi