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Para sempre é muito tempo. O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo.

Por Mario Quintana

Um ninja que não segue as regras é lixo. Porém, aquele que não se importa com seus amigos é pior que lixo!

Por Kakashi Hatake

Que meu corpo encontre em seu corpo, num prazer absoluto.

Por Bruno e Marrone

⁠O sucesso é o resultado direto de um processo longo, árduo e muitas vezes não apreciado pelos outros.

Por Charles Swindoll

Ganhamos força, coragem e confiança cada vez que enfrentamos o medo. Precisamos fazer exatamente aquilo de que não nos achamos capazes.

Por Eleanor Roosevelt

II Reis, 2RS, 13:22, Hazael, rei da Síria, oprimiu Israel durante todo o reinado de Jeoacaz.

Por II Reis, Antigo Testamento

Quando estamos ocupados nadando contra a maré, gastamos tanta energia que esquecemos até para onde estamos indo. Esse é um jeito bem perigoso de se afundar em uma vida sem nenhuma motivação.

Por Diogo Franco (escritor)

Se estiver na dúvida entre fazer pouco e não fazer nada, saiba que a sua pequena parte somada à de cada um pode ser decisiva para a sobrevivência do planeta. Ou pelo menos para a sua sobrevivência.

Por Fernão Battistoni

Razões Poéticas para Viver ⁠Em meio a tanta correria, a vida te presenteia com o dom de ver beleza em detalhes simples. Em meio a tanta correria, você encontra razões para querer viver. Sentir a vida é arte, os momentos são arte, os risos são arte. Esqueça as circunstâncias — se você viver das circunstâncias, nunca será feliz. Se for detalhista com as coisas erradas, irá querer morrer. Ver maldade e tristeza é fácil. Se quiser uma razão poética e extremamente linda para querer viver, apenas sinta a vibração dos detalhes. Os detalhes te farão feliz.

Por anandayasmin

Não vás tão docilmente nessa noite linda Que a velhice arda e brade ao término do dia Clama, clama contra o apagar da luz que finda! Embora o sábio entenda que a treva é bem-vinda Quando a palavra já perdeu toda a magia, Não vai tão docilmente nessa noite linda. O justo, à última onda, ao entrever, ainda, Seus débeis dons dançando ao verde da baía, Clama, clama contra o apagar da luz que finda. O louco que, a sorrir, sofreia o sol e brinda, Sem saber que o feriu com a sua ousadia, Não vai tão docilmente nessa noite linda. O grave, quase cego, ao vislumbrar o fim da Aurora astral que o seu olhar incendiaria, Clama, clama contra o apagar da luz que finda. Assim, meu pai, do alto que nos deslinda Me abençoa ou maldiz. Rogo-te todavia: Não vás tão docilmente nessa noite linda. Clama, clama contra o apagar da luz que finda.

Por Dylan Thomas