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Salmos, SL, 38:4, Pois já se elevam acima de minha cabeça as minhas iniquidades; como fardos pesados, excedem as minhas forças.
Por Salmos, Antigo TestamentoA solidão desola-me; a companhia oprime-me. A presença de outra pessoa descaminha-me os pensamentos.
Por Bernardo SoaresCântico dos Cânticos, CT, 2:17, Antes que rompa o dia e fujam as sombras, volte, meu amado. Venha correndo como o gamo ou o filho das gazelas sobre os montes de Beter.
Por Cântico dos Cânticos, Antigo TestamentoSalmos, SL, 48:3, Nos palácios dela, Deus se faz conhecer como alto refúgio.
Por Salmos, Antigo TestamentoEstamos competindo para vencer, se não disputarmos nas brechas não seremos mais pilotos!
Por Ayrton SennaConheço muitos que não puderam, quando deviam, porque não quiseram quando podiam.
Por François Rabelais“O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito”
Por Jean PiagetEu achava coisas que eu não acho mais Cabia em roupas, sentimentos que já não me servem mais O tempo corria e eu me sentia sempre um passo atrás Na pressa, em busca do que me traria paz Preencher vazios, tornar sonhos reais Mas o medo é, sim, meu inimigo de outros carnavais
Por Kell SmithÉ inútil dizer que os seres humanos deveriam satisfazer-se com uma vida tranquila.Eles precisão de ação.E se não a encontrarem,irão fazê-la acontecer. Jane Eyre - Charlotte Bronte
Por Charlotte BrontëAR DE NOTURNO Tenho muito medo das folhas mortas, medo dos prados cheios de orvalho. eu vou dormir; se não me despertas, deixarei a teu lado meu coração frio. O que é isso que soa bem longe? Amor. O vento nas vidraças, amor meu! Pus em ti colares com gemas de aurora. Por que me abandonas neste caminho? Se vais muito longe, meu pássaro chora e a verde vinha não dará seu vinho. O que é isso que soa bem longe? Amor. O vento nas vidraças, amor meu! Nunca saberás, esfinge de neve, o muito que eu haveria de te querer essas madrugadas quando chove e no ramo seco se desfaz o ninho. O que é isso que soa bem longe? Amor. O vento nas vidraças, amor meu!
Por Federico García Lorca