Veja outros textos inspiradores!
II Samuel, 2SM, 15:27, O rei disse mais a Zadoque, o sacerdote: - Ó vidente, volte em paz para a cidade com o seu filho Aimaás e com Abiatar e o filho dele, Jônatas.
Por II Samuel, Antigo TestamentoHá o momento de chegada E o instante de partida Quanta vida já vivi Quanto resta a ser vivida? São dois espelhos quebrados Dois vezes sete de má sorte Já vivi quatorze anos Quanto resta para a morte? É fácil vê-la chegar Em cada momento que passe Pois se começa a morrer No momento em que se nasce Estou caminhando pra morte Não decidi meu nascer Da morte não sei o dia Mas posso saber!
Por Pedro BandeiraEzequiel, EZ, 16:24, você construiu altares e um lugar elevado em cada praça.
Por Ezequiel, Antigo TestamentoEu acho que uma história simples é a melhor e que o tempo e o local são realmente cruciais para uma boa narrativa. Estabeleça suas histórias em um tempo e local específicos e coloque seus personagens firmemente dentro dessa estrutura antes de deixá-los começarem a se mover por aí.
Por James McBrideAcho que todas as mulheres passam por períodos nos quais odiamos uma coisa em nós, não gostamos de outra coisa. É ótimo chegar a um estágio onde você dispensa qualquer preocupação. Acho os defeitos atraentes. Acho as cicatrizes atraentes.
Por Angelina JolieJeremias, JR, 51:9, Queríamos curar Babilônia, mas ela não sarou. Deixem-na, e que cada um vá para a sua terra, porque o seu juízo chega até o céu e se eleva até as mais altas nuvens.
Por Jeremias, Antigo TestamentoSe a minha amada um longo olhar me desse Dos seus olhos que ferem como espadas, Eu domaria o mar que se enfurece E escalaria as nuvens rendilhadas. Se ela deixasse, extático e suspenso Tomar-lhe as mãos mignonnes e aquecê-las, Eu com um sopro enorme, um sopro imenso Apagaria o lume das estrelas. Se aquela que amo mais que a luz do dia, Me aniquilasse os males taciturnos, O brilho dos meus olhos venceria O clarão dos relâmpagos noturnos. Se ela quisesse amar, no azul do espaço, Casando as suas penas com as minhas, Eu desfaria o Sol como desfaço As bolas de sabão das criancinhas. Se a Laura dos meus loucos desvarios Fosse menos soberba e menos fria, Eu pararia o curso aos grandes rios E a terra sob os pés abalaria. Se aquela por quem já não tenho risos Me concedesse apenas dois abraços, Eu subiria aos róseos paraísos E a Lua afogaria nos meus braços. Se ela ouvisse os meus cantos moribundos E os lamentos das cítaras estranhas, Eu ergueria os vales mais profundos E abateria as sólidas montanhas. E se aquela visão da fantasia Me estreitasse ao peito alvo como arminho, Eu nunca, nunca mais me sentaria As mesas espelhentas do Martinho.
Por Cesário Verde