Veja outros textos inspiradores!
Qualquer aliança cujo propósito não é a intenção de iniciar uma guerra é sem sentido e inútil.
Por Adolf HitlerSou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, não em utopia. Mas quando sonho, sonho alto. Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente.
Por Thaísa LimaEu só acho que precisamos de uma chance, enquanto humanos, de falhar para descobrir o que realmente funciona, sabe?
Por AtlantaAs Três Irmãs do Poeta É Noite! as sombras correm nebulosas. Vão três pálidas virgens silenciosas Através da procela irrequieta. Vão três pálidas virgens... vão sombrias Rindo colar num beijo as bocas frias... Na fronte cismadora do Poeta: "Saúde, irmão! Eu sou a Indiferença. Sou eu quem te sepulta a idéia imensa, Quem no teu nome a escuridão projeta... Fui eu que te vesti do meu sudário... Que vais fazer tão triste e solitário?..." - "Eu lutarei!" - responde-lhe o Poeta. "Saúde, meu irmão! Eu sou a Fome. Sou eu quem o teu negro pão consome... O teu mísero pão, mísero atleta! Hoje, amanhã, depois... depois (qu'importa?) Virei sempre sentar-me à tua porta..." -"Eu sofrerei"-responde-lhe o Poeta. "Saúde, meu irmão! Eu sou a Morte. Suspende em meio o hino augusto e forte. Marquei-te a fronte, mísero profeta! Volve ao nada! Não sentes neste enleio Teu cântico gelar-se no meu seio?!" -"Eu cantarei no céu" - diz-lhe o Poeta!
Por Castro AlvesJeremias, JR, 29:31, - Mande dizer a todos os exilados: ´Assim diz o Senhor a respeito de Semaías, de Neelão: Visto que Semaías profetizou a vocês sem que eu o tenha enviado e fez com que vocês confiassem em mentiras,
Por Jeremias, Antigo TestamentoFoi a experiência mais profunda e explosiva que vivi. Desde o primeiro olhar. Toda a felicidade que os filmes me prometiam parecia real e infinita.
Por Fomos Canções (filme)Ser passivo é permitir que os outros decidam por você. Ser agressivo é decidir pelos outros. Ser assertivo é decidir por conta própria. E confiar que é o suficiente, que você basta.
Por Edith Eva Eger