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⁠Você está chateada porque alguém que você não conhece talvez não goste de uma versão sua que, na verdade, não existe.

Por Emma Jane Unsworth

⁠O rio não era um lugar para se cair, mas para se atravessar. Uma ponte era um caminho por onde passar, não um lugar de onde pular.

Por Kim Ho-yeon

Boa noite e bom descanso a todos! Cai chuva mansa com seus pingos dançando no chão... Cai chuva mansa molhando o jardim e a plantação... Cai chuva mansa, vem amolecer meu coração...

Por melanialudwig

II Samuel, 2SM, 2:23, Como Asael não quis deixar de persegui-lo, Abner o feriu na barriga com a extremidade inferior da lança, que lhe saiu pelas costas. Asael caiu e morreu ali mesmo. Todos os que chegavam ao lugar em que Asael tinha caído morto paravam.

Por II Samuel, Antigo Testamento

Para além da orelha existe um som, à extremidade do olhar um aspecto, às pontas dos dedos um objeto – é para lá que eu vou. À ponta do lápis o traço. Onde expira um pensamento está uma ideia, ao derradeiro hálito de alegria uma outra alegria, à ponta da espada a magia – é para lá que eu vou. Na ponta dos pés o salto. Parece a história de alguém que foi e não voltou – é para lá que eu vou. Ou não vou? Vou, sim. E volto para ver como estão as coisas. Se continuam mágicas. Realidade? eu vos espero. É para lá que eu vou. Na ponta da palavra está a palavra. Quero usar a palavra “tertúlia” e não sei aonde e quando. À beira da tertúlia está a família. À beira da família estou eu. À beira de eu estou mim. É para mim que vou. E de mim saio para ver. Ver o quê? ver o que existe. Depois de morta é para a realidade que vou. Por enquanto é sonho. Sonho fatídico. Mas depois – depois tudo é real. E a alma livre procura um canto para se acomodar. Mim é um eu que anuncio. Não sei sobre o que estou falando. Estou falando do nada. Eu sou nada. Depois de morta engrandecerei e me espalharei, e alguém dirá com amor meu nome. É para o meu pobre nome que vou. E de lá volto para chamar o nome do ser amado e dos filhos. Eles me responderão. Enfim terei uma resposta. Que resposta? a do amor. Amor: eu vos amo tanto. Eu amo o amor. O amor é vermelho. O ciúme é verde. Meus olhos são verdes. Mas são verdes tão escuros que na fotografia saem negros. Meu segredo é ter os olhos verdes e ninguém saber. À extremidade de mim estou eu. Eu, implorante, eu a que necessita, a que pede, a que chora, a que se lamenta. Mas a que canta. A que diz palavras. Palavras ao vento? que importa, os ventos as trazem de novo e eu as possuo. Eu à beira do vento. O morro dos ventos uivantes me chama. Vou, bruxa que sou. E me transmuto. Oh, cachorro, cadê tua alma? está à beira de teu corpo? Eu estou à beira de meu corpo. E feneço lentamente. Que estou eu a dizer? Estou dizendo amor. E à beira do amor estamos nós.

Por Clarice Lispector

Estou sendo insensível? Eu posso ser bem cego quando o assunto é o sentimento das outras pessoas.

Por Augustus Waters

Quando estamos determinados a atingir um objetivo, é a distância entre o ponto em que estamos hoje e aquele no qual aspiramos estar que nos coloca em ação.

Por Adam Grant

As pessoas somente aceitarão na vida do outro aquilo que estiverem preparadas para aceitar em suas próprias vidas.

Por James Baldwin

Quando nossos olhos se cruzaram, eu já sabia que te amava! Nossas almas já haviam se beijado, mesmo antes de nossos corpos se tocarem! Essa familiaridade, essa vontade descontrolada de te abraçar e dizer que saudade, só podia significar uma coisa! Enfim encontrei o amor!

Por Sergio Fornasari

Para ser um líder, você tem que fazer as pessoas quererem te seguir, e ninguém quer seguir alguém que não sabe onde está indo.

Por Joe Namath