Mais frases de Ally Carter!

Se esperarmos o momento em que tudo, absolutamente tudo, esteja pronto, nunca começaremos nada.

Por Ivan Turgueniev

A empresa tornou-se, pela sua dimensão e alcance, uma instituição mais pública que privada.

Por Arthur Chamberlain

⁠SONETO A MARIA Ó Mãe de candor e esplendor em lume O amparo no rosário a quem lhe desfiar Porque és, Maria, Mãe, afeto implume Razão e fé, do amor que ensina a amar Tua presença é a sede na vida incólume Ouvir o Teu Nome é um santo comungar Quando os Céus a assenta em alto cume De joelhos os teus filhos se põem a rezar És Maria, Bendita Mãe de nós pecadores Bendito fruto entre as mulheres, amém! A bem aventurada, encimada de flores Imaculada, Senhora, excelsa Virgem Maria A constelação que do ceio o bem, provem És a nossa esperança tão cheia de quantia © Luciano Spagnol – poeta do cerrado 09/08/2021, 18’00” – Araguari, MG

Por Poeta do cerrado LUCIANO SPAGNOL

O prazer de fazer o bem, é maior do que recebê-lo.

Por Epicuro

O verdadeiro objetivo da minha vida talvez seja apenas este: que meu corpo, minhas sensações e meus pensamentos se tornem escrita, isto é, algo inteligível e geral, minha existência completamente dissolvida na cabeça e na vida dos outros.

Por Annie Ernaux

É a falta de noção do que estamos experimentando quando o vivenciamos que multiplica as possibilidades de escrever.

Por Annie Ernaux

Onde estão os olhos da minha infância, aqueles olhos medrosos que ela tinha há trinta anos, os olhos que me fizeram?

Por Annie Ernaux

A lua silenciosa passa ignorando os latidos; Assim os homens probos, calmos e honrados sorriem dos insultos e das línguas hipócritas.

Por Georg Stiernhielm

⁠A solidão, como se sabe, é indulgente, mas a longo prazo tira mais do que dá.

Por Fernando Aramburu

Lembra-me, Mãe querida, a glória que me deste, A alegria do lar no lençol de cravinas, A mesa, o livro, o pão e as canções cristalinas, As preces de ninar, no humilde berço agreste. Ao perder-te, no mundo, o carinho celeste, Vendo-te as mãos em cruz, quais flores pequeninas, Fui chorar-te, debalde, ao pé das casuarinas, Buscando-te a presença entre a lousa e o cipreste!... Entretanto, do Além,caminhavas comigo, Vinhas, a cada passo, anjo piedoso e amigo, Guardar-me o coração na fé radiante e calma. E, quando a morte veio expor-se à noite escura, Solucei de alegria, em preces de ternura, Em te revendo a luz, conduzindo minha’alma!...

Por Abílio Barreto