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A pior ambição da humanidade é desejar colher exatamente o que plantou sem ao menos ter regado. Se não regar, morre. Se morrer, não há colheita.
Por Anna SoaresNão adianta discutir com o inevitável. O único argumento disponível contra o vento de leste é vestir o sobretudo.
Por James Russell LowellEu vim pra te mostrar A força que eu tenho guardado O peito tá escancarado E não tem medo não Não tem medo Eu canto pra viver Eu vivo o que tenho cantado A minha voz é meu império A minha proteção
Por AnavitóriaAtos, AT, 13:7, Ele estava com o procônsul Sérgio Paulo, que era um homem inteligente. O procônsul, tendo chamado Barnabé e Saulo, desejava ouvir a palavra de Deus.
Por Atos, Novo TestamentoVocê já deveria conhecer meu tom seco e sarcástico e minha insuportável mania de falar a verdade sem me importar com o que os outros vão pensar. Sem me importar se vão continuar gostando de mim mesmo assim. Eu nunca precisei fingir que sou uma pessoa boa. Nunca precisei fingir que eu não estou nem aí quando eu estou mais aí do que aqui. Não faz meu tipo. Me esforço às vezes pra ser romântica, pra acreditar nos planos, pra acreditar nas pessoas. Nunca chorei pra convencer. Talvez porque não faça questão de convencer. Ou, como você mesmo diz, sou direta, fria e seca. E nada disso é novidade pra ninguém. É só o meu jeito. Eu não sou fácil, não me vendo, não aceito migalhas, não gosto de metades. Sou um império do bem e do mal. Sou erótica, sou neurótica. Sou boa, sou má. Sou biscoito de polvilho. Açúcar, sal, mousse de maracujá. Só não sou um brinquedinho. Que alguém joga no canto do quarto quando não quer mais brincar. Sou um pacote. Uma mala. Sou difícil de carregar.
Por Brena BrazVeja, Raoul, esses muros, esses bosques, esses arcos, essas telas pintadas, tudo isso testemunhou os amores mais sublimes, pois aqui eles foram inventados por poetas que se agigantam diante do tamanho dos homens. Diga que nosso amor também vive aqui, meu Raoul, pois ele também foi inventado, e que ele também é, infelizmente, apenas uma ilusão!
Por Gaston LerouxSe eu de ti me esquecer Se eu de ti me esquecer, nem mais um riso Possam meus tristes lábios desprender; Para sempre abandone-me a esperança, Se eu de ti me esquecer. Neguem-me auras o ar, neguem-me os bosques Sombra amiga, em que possa adormecer, Não tenham para mim murmúrio as águas, Se eu de ti me esquecer. Em minhas mãos em áspide se mude No mesmo instante a flor, que eu for colher; Em fel a fonte, a que chegar meus lábios, Se eu de ti me esquecer. Em meu peregrinar jamais encontre Pobre albergue, onde possa me acolher; De plaga em plaga, foragido vague, Se eu de ti me esquecer. Qual sombra de precito entre os viventes Passe os míseros dias a gemer, E em meus martírios me escarneça o mundo, Se eu de ti me esquecer. Se eu de ti me esquecer, nem uma lágrima Caia sobre o sepulcro, em que eu jazer; Por todos esquecido viva e morra, Se eu de ti me esquecer.
Por Bernardo GuimarãesDictes moy où, n'en quel pays, Est Flora, la belle Romaine; Archipiada, ne Thaïs, Qui fut sa cousine germaine; Echo, parlant quand bruyt on maine Dessus rivière ou sus estan, Qui beaulté ot trop plus qu'humaine? Mais où sont les neiges d'antan! Où est la très sage Helloïs, Pour qui fut chastré et puis moyne Pierre Esbaillart à Saint-Denis? Pour son amour ot cest essoyne. Semblablement, où est la royne Qui commanda que Buridan Fust gecté en ung sac en Saine? Mais où sont les neiges d'antan! La royne Blanche comme lis, Qui chantoit à voix de seraine; Berte au grant pié, Bietris, Allis; Haremburgis qui tint le Maine, Et Jehanne, la bonne Lorraine, Qu'Englois brulerent à Rouan; Où sont elles, Vierge souvraine? Mais où sont les neiges d'antan! Prince, n'enquerez de sepmaine Où elles sont, ne de cest an, Qu'à ce reffrain ne vous remaine: Mais où sont les neiges d'antan
Por François Villon