Cada um sonha com seu próprio paraíso.
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Não devemos saber a hora ou a natureza de nossas mortes (pois todos nós, secretamente, desejamos ser imortais).
Criamos monstros na esperança de que as lições contidas nas histórias nos sirvam de guia quando nos deparamos com o que há de mais terrível na vida. Inventamos nomes para nossos medos e rezamos para não encontrar nada pior do que aquilo que nós mesmos criamos.
Em todo o adulto vive a criança que foi, e em toda criança vive o adulto que será.
Estar com medo não é o problema. Não é fugir é que é a parte difícil.