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Como a nossa fragilidade o concebe e o pratica, o amor é um sentimento essencialmente incômodo. Mal dois olhares se trocam e duas mãos se enlaçam, vem logo a tragédia das suspeitas, dos ciúmes, das zangas, das recriminações, estragar momentos que deviam ser os mais belos, os mais alegres, os mais despreocupados da vida.
Plagiar, é implicitamente, admirar.
A melhor maneira de ser grande é fazer-se entender pelos pequenos.
O amor não é uma futilidade ou um divertimento; é um sentimento profundo, que decide de uma vida. Não há o direito de o falsificar.
A mulher que se beijou e não se teve, que se adivinhou e não se possuiu, transforma-se para nós numa obsessão, numa preocupação doentia.
As mulheres não se dão ao trabalho de justificar e de analisar as suas afeições.
A vida é uma vertigem.
Se as mulheres bonitas tivessem todos os amantes que lhes atribuem, não havia maior castigo do que a beleza.
Procura ser tão gentil com a tua mulher como no tempo que a conquistaste.
Antes de se amar profundamente, não se viveu ainda; e, depois, começa-se a morrer.