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Quando não sabemos para que vivemos, vivemos de qualquer jeito, um dia depois do outro; ficamos contentes porque o dia terminou, porque a noite terminou, e até no sono sou engolido pela maçante questão de saber para que vivi aquele dia e para que vou viver o dia seguinte.
Por Ivan GontcharóvCarlos, sossegue, o amor é isso que você está vendo: hoje beija, amanhã não beija, depois de amanhã é domingo e segunda-feira ninguém sabe o que será.
Por Carlos Drummond de AndradeLevítico, LV, 5:7, - Se as suas posses não lhe permitirem trazer uma cordeira, trará ao Senhor, como oferta pela culpa, pelo pecado que cometeu, duas rolinhas ou dois pombinhos: um como oferta pelo pecado, e o outro como holocausto.
Por Levítico, Antigo TestamentoSinto como se tivesse sendo jogada no meio do oceano, sem ninguém para me lançar uma boia salva-vidas.
Por Beth ReeklesI Samuel, 1SM, 25:17, E agora pense bem e veja o que pode fazer, porque o mal já está determinado contra o nosso senhor e contra toda a sua casa; ele é homem maligno, e não há quem consiga falar com ele.
Por I Samuel, Antigo TestamentoEclesiastes, EC, 2:3, Resolvi no meu coração entregar-me ao vinho, sem deixar de me guiar pela sabedoria e de me apoderar da loucura, até descobrir o que de bom os filhos dos homens poderiam fazer debaixo do céu, durante os poucos dias da sua vida.
Por Eclesiastes, Antigo TestamentoMais eu sei... rainha da pista que conquista quem passa Quente como o sol e faz sinal de fumaça, quando vai embora tudo fica sem graça A saia dela diz onde ela quer chegar, difícil é saber como me aproximar O que será que ela tem pra dar?
Por Cone Crew DiretoriaACORDAR VIVER Como acordar sem sofrimento? Recomeçar sem horror? O sono transportou-me àquele reino onde não existe vida e eu quedo inerte sem paixão. Como repetir, dia seguinte após dia seguinte, a fábula inconclusa, suportar a semelhança das coisas ásperas de amanhã com as coisas ásperas de hoje? Como proteger-me das feridas que rasga em mim o acontecimento, qualquer acontecimento que lembra a Terra e sua púrpura demente? E mais aquela ferida que me inflijo a cada hora, algoz do inocente que não sou? Ninguém responde, a vida é pétrea.
Por Carlos Drummond de Andrade