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Salmos, SL, 67:6, A terra deu o seu fruto, e Deus, o nosso Deus, nos abençoa.
Por Salmos, Antigo TestamentoNão me importaria de morrer num avião. Seria uma boa forma de ir. Não quero morrer dormindo, ou de idade ou de overdose. Quero sentir como é. Quero saborear, ouvir, sentir o cheiro disso. A morte só vai acontecer uma vez; não quero perdê-la.
Por Jim MorrisonII Reis, 2RS, 6:22, Ele respondeu: - Não os mate! Você mataria aqueles que fizesse prisioneiros com a sua espada e o seu arco? Ordena que lhes deem pão e água, para que comam, bebam e voltem para o seu senhor.
Por II Reis, Antigo TestamentoNunca houve ninguém aqui. Nunca houve nada além de monotonia e solidão por aqui.
Por Bruna ZielinskiCom a altura da idade a casa se acrescenta. Não é que aumente a quantidade ao espaço. Mas, sendo mais longínquos, o desapego pensa maior distância quando se fica a olhá-lo. Ou, se quiserem, uma realeza se instala à volta dessa altura de anos, de forma a que os objectos apareçam na luz de quase já nem os amarmos. Então a casa distende-se na intensa inteligência de estarmos a ver as coisas amarem-se a si mesmas. Ou com a forma a difundir seu espaço.
Por Fernando EchevarríaEu sinto que às vezes as pessoas devem ser respeitadas apenas por estarem vivas e existindo.
Por Kim NamjoonQuando a criação do novo está em jogo, resignar-se ao provável e ao exeqüível é condenar-se ao passado e à repetição. No universo das relações humanas, o futuro responde à força e à ousadia do nosso querer. A capacidade de sonho fecunda o real, reembaralha as cartas do provável e subverte as fronteiras do possível. Os sonhos secretam o futuro.
Por Eduardo GiannettiHebreus, HB, 13:11, Pois aqueles animais cujo sangue é trazido pelo sumo sacerdote para dentro do Santo dos Santos, como sacrifício pelo pecado, têm o corpo queimado fora do acampamento.
Por Hebreus, Novo TestamentoTeus olhos entristecem. Teus olhos entristecem Nem ouves o que digo. Dormem, sonham esquecem... Não me ouves, e prossigo. Digo o que já, de triste, Te disse tanta vez... Creio que nunca o ouviste De tão tua que és. Olhas-me de repente De um distante impreciso Com um olhar ausente. Começas um sorriso. Continuo a falar. Continuas ouvindo O que estás a pensar, Já quase não sorrindo. Até que neste ocioso Sumir da tarde fútil, Se esfolha silencioso O teu sorriso inútil.
Por Fernando Pessoa