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Não vou Se me pedir pra atirar pro alto Se me pedir pra descer do salto Não vou tirar o batom Abaixar meu som Dizer que ta bom Não vou
Minha abelha rainha Vem, me decodifica Teu amor coloniza
Dê me perdão se eu cheguei tão tarde Não crie alarde pra me ver chorar É que sem boemia não há poesia E sem poesia não vou trabalhar
Me ensinaram que era feio, ela e o corpo dela Feio ser a chave pra abrir a própria cela Feio ser pincel, pintar a própria tela
A moral é culpa bonita mania polida de se acorrentar Alma velha não abre as alas