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Quando não há compaixão Ou mesmo um gesto de ajuda O que pensar da vida E daqueles que sabemos que amamos? Quem pensa por si mesmo é livre E ser livre é coisa muito séria Não se pode fechar os olhos Não se pode olhar para trás Sem se aprender alguma coisa para o futuro Corri para o esconderijo Olhei pela janela O sol é um só Mas quem sabe são duas manhãs Não precisa vir Se não for pra ficar Pelo menos uma noite E três semanas Nada é fácil Nada é certo Não façamos do amor Algo desonesto Quero ser prudente E sempre ser correto Quero ser constante E sempre tentar ser sincero E queremos fugir Mas ficamos sempre sem saber Seu olhar Não conta mais histórias Não brota o fruto e nem a flor E nem o céu é belo e prateado E o que eu era eu não sou mais E não tenho nada pra lembrar Triste coisa é querer bem A quem não sabe perdoar Acho que sempre lhe amarei Só que não lhe quero mais Não é desejo, nem é saudade Sinceramente, nem é verdade Eu sei porque você fugiu Mas não consigo entender Eu sei porque você fugiu Mas não consigo entender

Por Legião Urbana

Mateus, MT, 24:39, <J>e não o perceberam, até que veio o dilúvio</J> <J>e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.</J>

Por Mateus, Novo Testamento

Se o inferno são os outros, o que é um mundo onde não há quase ninguém?

Por Emily St. John Mandel

O amor pelo livro nos refina e nos liberta de muitas servidões.

Por Antonio Cândido

Entendam, eu não estou preso aqui com vocês, vocês estão presos aqui comigo. (Watchmen)

Por Alan Moore

Lucas, LC, 23:30, <J>Nesses dias, dirão</J> <J>aos montes: ´Caiam em cima de nós!` E às colinas: ´Cubram-nos!`</J>

Por Lucas, Novo Testamento

Aquele era o primeiro dia da nova rotina para mudar sua vida e isso significava pegar o trem na hora certa.

Por Laura Jane Williams

Mateus, MT, 26:8, Vendo isto, os discípulos ficaram indignados e disseram: - Para que este desperdício?

Por Mateus, Novo Testamento

A menina não o produzia com frequência, mas, quando ele surgia, seu sorriso era faminto.

Por A Menina que Roubava Livros

às vezes não há mais volta para onde estávamos para o que éramos podemos parar numa estação e fechar os olhos para a fresta que se abriu e optar por não embarcar no trem que passa e nos abre as portas maiores a cada dez minutos podemos meditar e ter empatia pela Terra (planeta perdido no espaço acidente nascido de um erro) podemos querer voltar mas a ferrugem tomou os trilhos da velha estrada às vezes não há mais volta e não há mãos e verdades nos acenando desse caminho novo poucos são os olhares que nos encorajam a adentrar o desconhecido e já com a alma cansada de velha temos que ainda entender que somos precursores desbravadores temos que escolher acordar (como cegos que mergulham na escuridão) mesmo que a maioria esteja dormindo

Por Clara Baccarin